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Montalegre - "25 Abril" (41 Anos)

25 Abril 2015
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Foi com chuva que foi celebrada a "revolução dos cravos" em Montalegre. Mais de quatro décadas onde os valores de Abril não cansam. Uma singela cerimónia, realizada no interior do edifício da Câmara de Montalegre, onde houve o hino de Portugal - orquestrado pela Banda Musical de Parafita - e o tradicional cântico da "Grândola, Vila Morena" do lendário Zeca Afonso. No discurso, o presidente da Câmara, Orlando Alves, lamentou a fraca participação cívica dos presidentes de junta de freguesia.

O mau tempo impediu a normal parada invocativa do 25 de Abril feita na praça do município de Montalegre. A cerimónia, transferida para o interior do edifício da autarquia, foi presenciada por um conjunto de resistentes que não desarmam no lembrar dos valores de Abril. A Banda Musical de Parafita deu cor e brilho com a interpretação do hino português e da música "Grândola, Vila Morena" do malogrado Zeca Afonso.
 
"PUXÃO DE ORELHAS" AOS PRESIDENTES DE JUNTA
 
Finda a solenidade, o presidente da Câmara Municipal de Montalegre, Orlando Alves, lamentou as fracas condições climatéricas embora tenha reconhecido que a celebração teve «mais público do que havia o ano passado». Todavia, o foco do comentário do edil esteve centrado na ausência da maior parte dos presidentes de junta de freguesia. Um reparo feito com mágoa: «todos os senhores presidentes de junta foram convidados para estarem presentes e era obrigação deles estarem aqui. Quando aceitaram serem candidatos às juntas de freguesia, sabiam que nessa candidatura estava implícito um conjunto de deveres. Não posso deixar de referir esta mágoa porque todos confirmaram que estavam presentes e, afinal, acabaram por não aparecer». Orlando Alves adverte que não preza «estas singularidades» e aponta o dedo: «se continuamos a ser um povo que não gosta de si próprio, isto é, se nós desvalorizamos os momentos mais simbólicos da nossa vida republicana e nacional...enfim...nós podemos não gostar deste ou daquele Governo, mas não deixaremos nunca de ser portugueses». A rematar disse: «temos a obrigação de estar presentes...não basta exigir um feriado para estar em casa. É preciso vivê-lo!».
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