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Feira de Nanterre | «Vamos ao encontro de uma parte de nós!»

07 Abril 2022
Montalegre  feira de nanterre 2017   89  1 1024 2500

O município de Montalegre volta a ser promovido na Feira de Nanterre (sexta a domingo). Três dias onde o coração barrosão bate mais forte. É o "mercado da saudade" que sorri para satisfação de muitos barrosões que habitam nos arredores da cidade de Paris (França). A chefiar a comitiva está o presidente da autarquia que olha para esta viagem como um «ir ao encontro de uma parte de nós». Orlando Alves sublinha que a missão é de «aprendizagem» no sentido de «auscultar e perceber o bem-estar económico, afetivo e social que os nossos barrosões conseguiram com o seu próprio esforço». O autarca salienta que «Nanterre é acima de tudo Barroso» e que esta presença do município irá deixar «um pingo de luz e felicidade no coração e no rosto daqueles que vão ao espaço da feira».


Como vê o regresso à Feira de Nanterre?
É um regresso que se saúda e que o encaramos com um sentido do dever e com o respeito que a comunidade barrosã, radicada na zona de Paris, nos merece. Vamos ao encontro de uma parte de nós. Aquela parte que, lamentavelmente, não teve condições no país para levar a sua vida com dignidade. Temos a consciência que, com a nossa presença, estamos a deixar um pingo de luz e felicidade no coração e no rosto daqueles que vão ao espaço da feira.

É um mercado prioritário de promoção?
Sem dúvida. Este fim de semana, Nanterre é acima de tudo Barroso. Estamos espalhados pelo Mundo inteiro. A maior comunidade é, indiscutivelmente, na zona de Paris. Os nossos concidadãos rejubilam que o seu Presidente da Câmara e os seus Presidentes de Junta vão ao seu encontro. É isso que vamos fazer. Vamos estar um pouco com eles, vamos ouvir o seu estado de espírito, vamos trocar impressões. Vamos numa missão de aprendizagem no sentido de auscultar e perceber o bem-estar económico, afetivo e social que os nossos barrosões conseguiram com o seu próprio esforço.

Sente que todos alinham neste sentimento?
Infelizmente, nem todos. Isto que descrevi, é tudo ao contrário daqueles que olham para a nossa ida a Nanterre como um festival de boa disposição, de passeios e de aproveitamentos políticos. Lamentavelmente há esta visão por parte de alguns que querem assentar arraiais no arraial da política. O que é mais grave é que este sentimento é difundido por aqueles que já se "penduraram" na Câmara para irem a Nanterre fazerem o seu negócio e acoplados ao poder municipal como convidados de honra. Agora como já não têm convite, há que denegrir os políticos da terra e os emigrantes, atirando a pedra e escondendo a mão. No fundo, é isto que sobra do posicionamento de algumas pessoas e da forma como eles olham para a condução dos destinos do nosso concelho.

Esta promoção vai continuar a atrair investimentos para o nosso concelho?
Esta nossa presença é também uma motivação. É este o dever do Presidente da Câmara, isto é, tentar canalizar investimento para a pátria barrosã. É o que temos feito. Temos visitado os empresários, as empresas. Queremos que os nossos emigrantes acreditem e apostem na sua terra, tal como têm feito. Queremos que haja esta perceção: o país é pequeno e a terra é pobre, mas há muito potencial. Esta é a mensagem que queremos levar para manter este elo de ligação que sempre souberam manter com a sua terra. Acredito que daqui irão surgir proventos, investimentos e golpes de audácia.