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«Câmara de Montalegre é a que melhor paga no distrito!»
06 Maio 2011
Feitas as contas, a Câmara Municipal de Montalegre é das que melhor paga no país. Na verdade, é a autarquia que melhor cumpre no distrito de Vila Real e está entre as melhores em Portugal. A garantia é deixada pelo presidente da Câmara Municipal, Fernando Rodrigues, que aproveita para lembrar que a dívida da edilidade a fornecedores e empreiteiros soma menos de 500 mil euros, valor mais baixo de sempre alguma vez registado quer em termos relativos como em termos absolutos. Dizer que, ainda há poucos meses, a autarquia tinha um pico de dívida a fornecedores que rondava os seis milhões. Uma recuperação meteórica que anulou praticamente essas contas reduzindo, ao mesmo tempo, a dívida bancária e os encargos com leasings.
Com efeito, nos últimos anos, a Câmara Municipal de Montalegre amortizou empréstimos e não contraiu qualquer dívida nos bancos, o mesmo aconteceu com os encargos de leasing.
Fernando Rodrigues, presidente da edilidade, defende que a boa saúde financeira está suportada no grande trabalho e rigor que têm sido feitos: «é preciso saber planear, trabalhar e ter coragem de, muitas vezes, dizer não». Para o autarca, ter pouca dívida «é uma precaução que qualquer câmara pequena deve ter» porque, acrescenta, «os juros não estão para baixar e, se sobem muito, pode ser complicado no futuro».
Fernando Rodrigues, presidente da edilidade, defende que a boa saúde financeira está suportada no grande trabalho e rigor que têm sido feitos: «é preciso saber planear, trabalhar e ter coragem de, muitas vezes, dizer não». Para o autarca, ter pouca dívida «é uma precaução que qualquer câmara pequena deve ter» porque, acrescenta, «os juros não estão para baixar e, se sobem muito, pode ser complicado no futuro».
«NÃO ESTOU OBCECADO
EM ACABAR COM A DÍVIDA»
EM ACABAR COM A DÍVIDA»
Interrogado sobre se está obcecado em acabar com a dívida, Fernando Rodrigues diz que «não» ao mesmo tempo que assegura que não tem preocupação em «mostrar o disparate daqueles que diziam que a Câmara tinha uma dívida "astronómica"», porque, justifica, «afinal desapareceu em pouco tempo». Ainda em relação a este tema, o edil afirmou: «faz-se dívida quando é preciso, mas de forma sustentada» ao mesmo tempo que recorda que os seis milhões que já figuraram na lista de débitos «foi consequência de investimentos em grandes obras cujo saldo tinha muito a ver com atrasos dos fundos comunitários». Neste particular, Fernando Rodrigues esclarece: «arriscamos e fizemos obra, mas mais tarde recebemos e pagamos. Se não tivéssemos feito dívida não teríamos sido criticados, mas não tínhamos feito a obra. Assim, fizemos a obra e pagamo-la. E, da mesma forma, estamos dispostos a voltar a fazer mais dívida para obras necessárias e para um bom aproveitamento dos fundos comunitários».
Esta realidade da diminuição da divida ganha peso, no entender do presidente da Câmara de Montalegre, por ser «virtuosa e corajosa» e «por acontecer em ano eleitoral e pós-eleitoral» dado que, lembra o autarca, «o que normalmente acontece é que no ano de eleições se fazem obras (e dívidas) para se pagarem nos anos seguintes».
Esta realidade da diminuição da divida ganha peso, no entender do presidente da Câmara de Montalegre, por ser «virtuosa e corajosa» e «por acontecer em ano eleitoral e pós-eleitoral» dado que, lembra o autarca, «o que normalmente acontece é que no ano de eleições se fazem obras (e dívidas) para se pagarem nos anos seguintes».
«NUM MÊS A DÍVIDA
PODIA FICAR A...ZERO!»
PODIA FICAR A...ZERO!»
Ainda a este respeito, Fernando Rodrigues vinca que a dívida de menos de 500 mil euros que a Câmara de Montalegre tem com fornecedores, podia ser «transformada em zero no próximo mês». Isto porque, acentua o político, «apesar de Montalegre ser um município pobre, tem gerido com disciplina e também já tem algumas receitas próprias, como as eólicas e outras, sendo ainda o terceiro município do distrito que recebe mais do FEF».
Saliência final para o crescimento do orçamento nos últimos anos e o que isso representa em obras e outros investimentos.
Em 1989, quando o PS entrou para a Câmara de Montalegre, a receita, para igual despesa, era de 5,8 milhões de euros. Em 1997 esse valor era de 7,9 milhões de euros. Em 2009, o município arrecadou 20,9 milhões de euros.
Saliência final para o crescimento do orçamento nos últimos anos e o que isso representa em obras e outros investimentos.
Em 1989, quando o PS entrou para a Câmara de Montalegre, a receita, para igual despesa, era de 5,8 milhões de euros. Em 1997 esse valor era de 7,9 milhões de euros. Em 2009, o município arrecadou 20,9 milhões de euros.
Reportagem no PORTO CANAL
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44