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Cantar dos Reis 2009 em Paredes do Rio
12 Janeiro 2010
O tradicional "Cantar dos Reis" foi, mais uma vez, promovido pela Associação Social e Cultural de Paredes dos Rio. O evento seguiu os contornos dos anos anteriores com o cantar das janeiras pela aldeia, o arremate das oferendas e um jantar convívio com os amigos da associação que puderam estar presentes. O convívio teve a presença do Presidente da Câmara de Montalegre, Fernando Rodrigues.
A tradição de “Cantar os Reis” está enraizada na cultura do povo de Barroso e ainda são algumas as aldeias do concelho de Montalegre que comemoram esta data. A povoação e alguns curiosos em conjunto com a Associação Social e Cultural de Paredes do Rio celebraram esta quadra, como vem a ser norma nos últimos anos.
Este acontecimento não é novidade para as gentes da terra nem do concelho. «O cantar dos reis já se realiza há muito tempo e de alguns anos para cá também tomamos a iniciativa de realizar um jantar convívio com os nossos amigos e com todas as pessoas que aparecem», afirma José Carlos Moura, Presidente da Associação de Paredes do Rio.
As actividades deste ano não diferiram muito das praticadas em anos anteriores. A principal diferença foi «o número de pessoas presentes, pois devido às condições atmosféricas, as estradas tornaram-se perigosas e muitos amigos galegos, de Braga e do Porto não puderam festejar connosco», atesta o líder da colectividade. Contudo, nem o mau tempo impediu que fosse possível reunir um «grupo simpático de pessoas para um divertido convívio», continua.
Depois do almoço, amigos da aldeia, associação e habitantes reuniram-se com o Menino Jesus. Os cânticos estavam ensaiados e desta feita percorreram todas as casas da aldeia. O grupo que entoa as canções é «praticamente composto por todos os populares. Muitas vezes chegamos às casas e estão vazias. Dessa forma, os donos da casa saem do grupo, abrem-nos a porta, trazem uns biscoitos e uma garrafa de vinho do Porto e fazemos um pequeno, mas alegre convívio», conta José Carlos Moura.
O “Cantar dos Reis” tem implícita a recolha de ofertas. Estas oferendas não são só monetárias. Em tempo de matança do porco oferecer fumeiro torna-se quase obrigatório e as garrafas de vinho do Porto e Champanhe já são da praxe.
Pelas 19 horas teve lugar o jantar convívio onde foi possível apreciar a boa chouriça da terra e onde foi feito o arremate. José Carlos Moura, salienta que «tanto as ofertas em dinheiro como o montante resultante do arremate revertem a favor da igreja».
Este acontecimento não é novidade para as gentes da terra nem do concelho. «O cantar dos reis já se realiza há muito tempo e de alguns anos para cá também tomamos a iniciativa de realizar um jantar convívio com os nossos amigos e com todas as pessoas que aparecem», afirma José Carlos Moura, Presidente da Associação de Paredes do Rio.
As actividades deste ano não diferiram muito das praticadas em anos anteriores. A principal diferença foi «o número de pessoas presentes, pois devido às condições atmosféricas, as estradas tornaram-se perigosas e muitos amigos galegos, de Braga e do Porto não puderam festejar connosco», atesta o líder da colectividade. Contudo, nem o mau tempo impediu que fosse possível reunir um «grupo simpático de pessoas para um divertido convívio», continua.
Depois do almoço, amigos da aldeia, associação e habitantes reuniram-se com o Menino Jesus. Os cânticos estavam ensaiados e desta feita percorreram todas as casas da aldeia. O grupo que entoa as canções é «praticamente composto por todos os populares. Muitas vezes chegamos às casas e estão vazias. Dessa forma, os donos da casa saem do grupo, abrem-nos a porta, trazem uns biscoitos e uma garrafa de vinho do Porto e fazemos um pequeno, mas alegre convívio», conta José Carlos Moura.
O “Cantar dos Reis” tem implícita a recolha de ofertas. Estas oferendas não são só monetárias. Em tempo de matança do porco oferecer fumeiro torna-se quase obrigatório e as garrafas de vinho do Porto e Champanhe já são da praxe.
Pelas 19 horas teve lugar o jantar convívio onde foi possível apreciar a boa chouriça da terra e onde foi feito o arremate. José Carlos Moura, salienta que «tanto as ofertas em dinheiro como o montante resultante do arremate revertem a favor da igreja».
PRESIDENTE
ELOGIA ASSOCIAÇÃO
Fernando Rodrigues, presidente do município de Montalegre, olha para o ambiente festivo que gira na aldeia como uma «animação cultural e uma tradição da nossa região recriada em Paredes. Estas comemorações são mais um momento de convívio entre os de fora e os da terra. Sem dúvida que é um momento de projecção da cultura de um povo».
O Presidente da Câmara congratulou a Associação Social e Cultural de Paredes do Rio e os seus habitantes pelo empenho e trabalho realizados dado que estamos perante um «grupo de pessoas que consegue desenvolver numerosas iniciativas culturais com demasiada importância que servem para projectar a terra e atrair visitantes, criando assim, actividade económica».
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44