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Contos do Barroso apresentado
02 Agosto 2009
Foi tornado público, no auditório do Ecomuseu de Barroso - Espaço Padre Fontes, em Montalegre, o livro "Contos do Barroso" de José Dias Baptista. 40 contos de pura tradição rural. Um trabalho, no entender do presidente da Câmara Municipal, que «enaltece a nossa história e a nossa cultura».
Está apresentado o mais recente trabalho do barrosão José Dias Baptista intitulado "Contos do Barroso". A obra é assim explicada pelo autor: «são 40 contos. 15 escritos por mim e 25 contados. Tudo em DVD. A minha pesquisa durou uns anos largos. Eu venho recolhendo contos tradicionais rurais do Barroso há mais de 50 anos. Os meus contos são originários e destinados sempre aos barrosões. Tudo é do Barroso».
«BAGAGEM CULTURAL
EXTRAORDINÁRIA»
Visivelmente interessado esteve Fernando Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Montalegre, que não poupou adjectivos para valorizar o trabalho de investigação levado a cabo por José Dias Baptista, ao longo dos últimos anos, em prol do desenvolvimento da cultura e da história do concelho: «estamos perante um trabalho, como muitos outros, que o José Baptista tem feito na valorização da nossa terra. É um homem da nossa cultura popular. É um homem com uma "bagagem" cultural extraordinária. Ele sabe tudo rigorosamente. Fala de questões que se passaram há 700/800 anos como se ele lá estivesse. Estuda as coisas e pormenoriza como se as vivesse naquele tempo. Tem uma memória invejável. Estuda e fixa com muita facilidade».
CULTURA ENALTECIDA
Sempre determinado na argumentação, Fernando Rodrigues acentuou a importância da obra de José Dias Baptista: «tem publicado muito trabalho para colocar à disposição dos outros. Para enriquecer a nossa história e a nossa cultura. Hoje estamos perante uma colectânea de contos. Uma publicação da Câmara Municipal. Um repositório da tradição oral dos barrosões que representa muito a tradição popular, as vivências das nossas aldeias onde havia alguém com humor e com um nível cultural acima da média para entreter as pessoas, ora no forno, no serão à lareira, na rua, sem carros e sem televisões. Ouviam-se coisas com muita graça. Uma crítica social, uma sátira, uma lição de moral, onde se caricaturavam pessoas ou profissões...no fundo, é um trabalho que enaltece a nossa história e a nossa cultura».
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44