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Ecomuseu de Barroso em Congresso Internacional
10 Março 2017
O vice-presidente da Câmara Municipal de Montalegre esteve, por estes dias, em Lisboa onde foi orador num congresso internacional subordinado ao tema "Produção, transformação e distribuição alimentar do século XIX ao XX". David Teixeira falou do tema "O Ecomuseu de Barroso: identidade e território". A intervenção, bastante elogiada, prova o impacto que o património histórico e cultural do concelho representa.
O congresso decorreu no Instituto de História Contemporânea (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - Universidade Nova de Lisboa). Convidado para orador, David Teixeira, vice-presidente do município de Montalegre, abordou o impacto do Ecomuseu de Barroso como fator de atratividade e motor económico de uma região. Falamos de uma iniciativa que apresentou 44 comunicações. Ao todo, 94 inscritos de seis nacionalidades diferentes. Nos dias do congresso, participaram cinco municípios e quatro empresas privadas do setor agroalimentar.
Palavras – chave: Ecomuseu, Barroso, Identidade, Valorização, Património.
Um "Ecomuseu" combina o tempo, o espaço e o contexto social, ou seja, tem que ter obrigatoriamente por base um território determinado, no qual vive uma população com uma identidade própria, caso contrário, não conseguirá subsistir.
O ecomuseu é um fio condutor da História, subscrita por um espaço físico definido, em que as populações que dele fazem parte são os seus principais protagonistas. De facto, trata-se de um museu que se dirige em primeiro lugar à comunidade local, para que ela se reconheça, para que reanime a sua vida no conhecimento das suas raízes, perpetuando assim, o legado deixado pelos seus antepassados, a sua identidade.
A possibilidade de gestão local do ecomuseu, permite-lhe trabalhar a sua própria imagem de identidade cultural e social, aproximando-a o mais possível das populações e do saber fazer artesanal, salvaguardando e valorizando os recursos naturais e culturais, dando um novo uso social e didático a esse património.
O Ecomuseu de Barroso pretende afirmar-se como espaço de valorização e divulgação dos recursos e do património do Barroso, de representação identitária, de formação, de participação e cidadania, de concertação e de cooperação e, de inovação e mobilização das pessoas para novas atividades.
Para além do efeito mobilizador interno, o Ecomuseu do Barroso assume-se como espaço de ligação desta comunidade com o exterior, privilegiando atitudes e iniciativas de cooperação e de parceria com outros museus e outros territórios. Este projeto terá sempre presente a promoção turística da região como atividade geradora de riqueza.
A filosofia do Ecomuseu de Barroso é a valorização do património “in sito” em toda a extensão, sempre que isso seja possível, propondo a criação de vários pólos museológicos, com uma ligação permanente ao Núcleo Sede, representando a identidade mais específica da área em que está inserido.
"O museu procura fazer descobrir o património de um território aos seus habitantes e aos seus visitantes. Diversifica a oferta cultural…"
Um "Ecomuseu" combina o tempo, o espaço e o contexto social, ou seja, tem que ter obrigatoriamente por base um território determinado, no qual vive uma população com uma identidade própria, caso contrário, não conseguirá subsistir.
O ecomuseu é um fio condutor da História, subscrita por um espaço físico definido, em que as populações que dele fazem parte são os seus principais protagonistas. De facto, trata-se de um museu que se dirige em primeiro lugar à comunidade local, para que ela se reconheça, para que reanime a sua vida no conhecimento das suas raízes, perpetuando assim, o legado deixado pelos seus antepassados, a sua identidade.
A possibilidade de gestão local do ecomuseu, permite-lhe trabalhar a sua própria imagem de identidade cultural e social, aproximando-a o mais possível das populações e do saber fazer artesanal, salvaguardando e valorizando os recursos naturais e culturais, dando um novo uso social e didático a esse património.
O Ecomuseu de Barroso pretende afirmar-se como espaço de valorização e divulgação dos recursos e do património do Barroso, de representação identitária, de formação, de participação e cidadania, de concertação e de cooperação e, de inovação e mobilização das pessoas para novas atividades.
Para além do efeito mobilizador interno, o Ecomuseu do Barroso assume-se como espaço de ligação desta comunidade com o exterior, privilegiando atitudes e iniciativas de cooperação e de parceria com outros museus e outros territórios. Este projeto terá sempre presente a promoção turística da região como atividade geradora de riqueza.
A filosofia do Ecomuseu de Barroso é a valorização do património “in sito” em toda a extensão, sempre que isso seja possível, propondo a criação de vários pólos museológicos, com uma ligação permanente ao Núcleo Sede, representando a identidade mais específica da área em que está inserido.
"O museu procura fazer descobrir o património de um território aos seus habitantes e aos seus visitantes. Diversifica a oferta cultural…"
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44