Por estes dias, a região de Barroso esteve em destaque, em Barcelos, no Festival Internacional de Filmes de Turismo. Foram amealhados dois de três galardões possíveis, na 4ª edição do Art & Tur. "D. Nuno Álvares Pereira" e "Ecomuseu de Barroso" de Nunes Forte foram premiados nas categorias de turismo religioso e cultural.
O Art & Tur promove criações audiovisuais, naturais de todo o mundo e que realçam a utilidade do turismo na sociedade. No sítio do espaço pode ler-se que são variadas as dimensões que abrange: «cultural, social, económica, recreativa, religiosa, desportiva e de saúde, realçando os lugares, as paisagens, a comunicação, a hospitalidade e as infra-estruturas, a par dos aspectos histórico-culturais, enológicos e gastronómicos, bem como das artes populares e do artesanato». O território barrosão concorreu com três produções. Os "sorrisos" foram para "D. Nuno Álvares Pereira" e "Ecomuseu de Barroso". A tradição por excelência dos barrosões, retratada no documentário "O Boi do Povo" de José João Sardinha, também concorreu. Apesar de não trazer nenhum galardão para casa primou pela singularidade e curiosidade.
«BARROSO NO TOPO»
Com cerca de 300 filmes em concurso, «provenientes de 38 países», Nunes Forte, realizador dos dois filmes premiados, afirma que «tendo em conta a enorme concorrência, o Barroso está no topo deste festival». As obras tiveram a colaboração do historiador barrosão José Dias Baptista. A película biográfica de D. Nuno Alvares Pereira acentua a estadia deste em Montalegre, terra onde ainda perpetuam memórias da sua passagem e dos seus feitos. No documentário dedicado ao “museu vivo” é tecida uma descrição do projeto Ecomuseu, os objetivos da instituição, bem como uma ronda pelos diversos pólos na região de Barroso.