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FMJ 2016 passou por Montalegre
11 Março 2016
Apoiado pela Direção Geral das Artes, o projeto "Festival de Música Júnior" passou pelo Agrupamento de Escolas de Montalegre onde realizou, junto dos alunos, duas atividades: "Orelhudo" e "Ludin". Refira-se que a próxima edição, a quinta, realiza-se de 23 a 31 de julho.
A organização do Festival de Música Júnior tem encetado um périplo por todos os agrupamentos de escolas dos municípios envolvidos: Montalegre, Chaves, Ribeira de Pena/Vila Pouca de Aguiar, Boticas, Valpaços/Mirandela e Vila Real. Esta ação está inserida num financiamento obtido pelo projeto - através da Direção Geral das Artes - que pressupõe a realização das atividades "Orelhudo" e "Ludin". Na capital do Barroso, a visita «correspondeu» às expetativas junto dos alunos do agrupamento escolar de Montalegre (Bento da Cruz).
«É um programa de audição diária nas escolas do ensino básico, 1º Ciclo. A audição não ultrapassa os 90 segundos e é igual para os quatro anos que compõem o primeiro ciclo do ensino básico. A audição que se quer plural e abrangente de todos os géneros e estilos musicais é feita como atividade inicial da aula e permite, através dos seus conteúdos, uma discussão alargada entre professor e alunos. Consiste num software muito simples e apelativo desenvolvido no âmbito da Digitópia. Esse software é instalado no computador da sala de aula juntamente com uma base de dados de audições previamente definidas e trabalhadas por uma equipa que inclui formadores do Fator E! e professores do ensino básico. Existem duas versões do software: uma versão sala de aula onde a cada dia do calendário corresponde uma audição, bem como um texto simples e descritivo da audição e impossibilita a audição de música para além da data do calendário e; versão professor onde acrescenta-se uma série de pistas de atividades e temas a explorar relacionadas com a audição proposta mas já permite a audição de música para além do dia, possibilitando desta forma ao professor a preparação de atividades. Ambas as versões permitem, no entanto, a audição de músicas de dias anteriores. A escolha de música é feita tendo em conta o calendário escolar, o calendário gregoriano, bem como a programação da Casa da Música e outros fatores sociais que sejam relevantes. A implementação deste programa é sempre precedida de uma formação ministrada aos professores que na sala de aula utilizam o Orelhudo! Com o Orelhudo! Estimamos que um aluno, após os 4 anos de ensino básico, tenha ouvido mais de mil minutos de música, tenha refletido sobre ela e aprendendo através dela. O orelhudo é um projeto do Serviço Educativo da Fundação Casa da Música. A aplicação Orelhudo! é propriedade da Fundação Casa da Música e tem como único objetivo possibilitar gratuitamente uma audição ampla e plural aos alunos do 1º ciclo do ensino básico. Todos os excertos incluídos neste programa possuem a identificação dos respetivo autor e título da obra e destinam-se exclusivamente a fins educativos e de ensino não tendo qualquer finalidade comercial ou económica».
Público-alvo: Professores e Alunos do 1º Ciclo (Ensino Básico).
Esta ação visa dar formação aos professores para que estes possam posteriormente, durante o ano letivo, dar continuidade à implementação de O ORELHUDO! junto dos seus alunos.
«Tendo como ponto de partida a relação entre o jogo e a improvisação musical, estas oficinas têm sido desenvolvidas e adaptadas às mais variadas circunstâncias e tipos de participantes, no sentido de constituir uma nova ferramenta para a experiência musical ou performativa. Muito longe do convencional ensino centralizado (professor/aprendizes) favorece-se a diversidade estratégica em detrimento da habilidade repetida, dando lugar à exploração mais personalizada e consequentemente mais criativa e, reavalia, um após outro, todos os antigos paradigmas da cultura musical. O "Jogo Aberto", como um jogo, tem utopias próprias; como a improvisação leva-nos sempre a novas descobertas; e como a música, harmoniza-nos com a vida.
Porquê fazer música com jogos?
Imaginário, pedagogia e sociedade. Assim como o uso de jogos, com o intuito de aprender e desenvolver capacidades é gerador de interdisciplinaridade e socialização construtiva, o jogo musical usa o som e a música como matéria para modelar sensibilidades, linguagens, lógicas, ideias, paradoxos e muitas outras coisas importantes nos dias de hoje como a flexibilidade, poder de adaptação e capacidade para criar em grupo alternativas geradoras de mudança, entusiasmo e pro-atividade. Estes são os princípios do "Jogo Aberto": criar e disponibilizar ferramentas para uma cultura melhor baseada na criatividade, na liberdade de expressão e na cooperação».
Público-alvo: Professores e Alunos do 2º Ciclo (5º ao 9º Ano).
Esta ação visa dar formação aos professores para que estes possam posteriormente, durante o ano letivo, dar continuidade à implementação de LUDIN junto dos seus alunos.
V FESTIVAL DE MÚSICA JÚNIOR
Montalegre - 23 a 31 julho 2016
Coordenador Artístico - António Jorge Nogueira
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44