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'Gerês Xurés Dinâmico' | Reunião
13 Abril 2018
Decorreu numa das salas anexas ao pavilhão multiusos, em Montalegre, uma reunião entre os parceiros do Projeto Europeu de Dinamização da Reserva da Biosfera Transfronteiriça Gerês-Xurés, financiado pelo Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal (POCTEP). São cerca de dois milhões de euros, financiados em 75% pelo FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional). Melhorar a qualidade de vida da população local, aumentar a atratividade turística, económica e demográfica do território, são objetivos desta candidatura.
Trata-se de um projeto que nasceu com o objetivo de fortalecer a identidade da reserva da biosfera transfronteiriça que abrange as áreas correspondentes ao Parque Nacional da Peneda-Gerês, no Norte de Portugal, e o Parque Natural da Baixa Límia-Serra do Xúres, na Galiza. Destacam-se intervenções no âmbito do desenvolvimento económico e no turismo sustentável para proteção e conservação do património natural e cultural. Com um orçamento de cerca de dois milhões de euros e duração prevista até 31 de dezembro de 2019, o projeto conta com a participação das seguintes entidades: Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN), Turismo do Porto e Norte de Portugal, Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), ADERE - Peneda Gerês, Direção Geral de Património Natural (Conselheria de Ambiente da Xunta da Galiza), Agência de Turismo da Galiza, Deputación de Ourense, bem como dos municípios de Montalegre, Arcos de Valdevez, Melgaço, Ponte da Barca, Terras de Bouro.
«VISÃO CONJUNTA»
David Teixeira, vice-presidente da Câmara de Montalegre, explica que se trata de «uma grande candidatura que consegue a aprovação de fundos comunitários e que está neste momento a ganhar velocidade». Na mesma linha, considera que «é o fruto de muito trabalho com a simbiose das especificidades de cada concelho» mas, sobretudo, «de uma visão conjunta onde a cultura e o património natural transformam este território, mostrando que tem condições para acolher as pessoas». O autarca defendeu ainda que «tem que valer a pena viver num território com a melhor paisagem, a melhor gastronomia e a melhor segurança», uma questão que deve ser debatida para um projeto a longo prazo.
DESENVOLVIMENTO
No mesmo raciocínio, Ruth López Carracelas, responsável pelo serviço de Conservação de Espaços Naturais da Junta da Galiza, esclareceu que estamos perante um projeto importante «não só do ponto de vista ambiental e social mas também económico, no sentido de incentivar a economia destas zonas limítrofes». A técnica garante que «há muito entusiasmo neste processo» em reuniões que «asseguram a coordenação efetiva das ações».
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44