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I Convívio da Comunidade Barrosã - Sucesso!
17 Maio 2011
Foi envolto num espírito de grande animação que decorreu o I Convívio da Comunidade Barrosã, organizado pelo Clube Português de Milford, Estados Unidos. Um encontro que reuniu mais de 500 pessoas e que teve, como convidados de honra, os presidentes dos municípios de Montalegre (Fernando Rodrigues) e Boticas (Fernando Campos). Uma iniciativa que juntou 17.500 euros destinados aos Bombeiros Voluntários de Montalegre e Misericórdia de Boticas.
Decorreu da melhor forma o I Convívio da Comunidade Barrosã feito nos Estados Unidos mais concretamente em Milford, Massachusetts. Uma aposta organizada pelo Clube Português de Milford que recebeu as presenças dos dois presidentes das câmaras de Montalegre e Boticas.
Falamos de uma iniciativa pensada por um clube do qual fazem parte muitos barrosões na direção tendo como presidente José Gonçalves, natural de Donões, concelho de Montalegre.
Falamos de uma iniciativa pensada por um clube do qual fazem parte muitos barrosões na direção tendo como presidente José Gonçalves, natural de Donões, concelho de Montalegre.
ELOGIOS AO LABOR
DOS BARROSÕES
DOS BARROSÕES
Fernando Rodrigues, autarca de Montalegre, refere a propósito desta viagem que realizou à América: «quero salientar a grande infraestrutura que os portugueses ali construíram para se reunirem e onde convivem na promoção da nossa cultura. Conta com um salão de festas com capacidade para 500 pessoas. Estava cheio! No rés do chão existe um salão mais pequeno, uma cozinha equipada, para grandes eventos e um enorme bar. Este equipamento, muito bem localizado, tem amplo espaço exterior, campo relvado para futebol e muita área de estacionamento». Os elogios do presidente da Câmara de Montalegre continuam: «é uma obra planeada, bem construída, bem equipada e é um bom exemplo no seu funcionamento. Na sua dispendiosa construção estiveram envolvidos muitos emigrantes da nossa terra. Bem lhes podemos dizer que não foi em vão! É uma obra que orgulha os portugueses e que está ao serviço de todos. E, por isso, todos reconhecem aos seus fundadores, mas também àqueles que a dirigem e lhe dão vida todos os dias com o seu trabalho voluntário».
17.500 EUROS
EM DONATIVOS
EM DONATIVOS
O autarca voltou à América para estar junto da alargada franja de barrosões lá radicados, aposta sempre bem sucedida e que tem sido encarada por Fernando Rodrigues com muita satisfação a ponto de já ter referido que «os melhores embaixadores que Portugal tem no Mundo são os nossos emigrantes».
Neste caso, estamos perante uma iniciativa que foi organizada por um grupo alargado de pessoas do qual fizeram parte Maria Morais (Negrões), José Carreira (Donões), Maria Valença (Donões), Domingos Afonso (Vilarinho de Negrões), Tina Afonso (Peirezes), José Braza (Mourilhe), Ana Pires (Peirezes), Daniel Gonçalves (Negrões) e Bento Alves (Carreira da Lebre). Todavia, o principal promotor foi António Carreira, recém chegado aos Estados Unidos, um jovem barrosão natural de Negrões, concelho de Montalegre, que lidera, em Rhode Island (Providence), um escritório de representação do banco BPI.
Este encontro, para além de juntar os barrosões de Montalegre e Boticas, teve como objetivo angariar fundos para os Bombeiros Voluntários de Montalegre e para a Misericórdia de Boticas, uma verba que deve rondar os 17.500 euros. Como grandes patrocinadores, para além do banco BPI, onde trabalha o conterrâneo António Carreira, e da Valinor Imobiliária, destaque para os donativos dos empresários Bento Pinto (Donões), Domingos Afonso (Donões), Maria Valença (Donões), José Braza (Mourilhe) e Lima Gomes, de Braga, todos com participações muito generosas.
Uma festa que mobilizou mais de 500 pessoas lotando por completo o salão num encontro que contou com as presenças, entre outros, do senador de Massachusetts, John Fernandes, e do cônsul de Portugal em Boston, Paulo Cunha Alves.
Neste caso, estamos perante uma iniciativa que foi organizada por um grupo alargado de pessoas do qual fizeram parte Maria Morais (Negrões), José Carreira (Donões), Maria Valença (Donões), Domingos Afonso (Vilarinho de Negrões), Tina Afonso (Peirezes), José Braza (Mourilhe), Ana Pires (Peirezes), Daniel Gonçalves (Negrões) e Bento Alves (Carreira da Lebre). Todavia, o principal promotor foi António Carreira, recém chegado aos Estados Unidos, um jovem barrosão natural de Negrões, concelho de Montalegre, que lidera, em Rhode Island (Providence), um escritório de representação do banco BPI.
Este encontro, para além de juntar os barrosões de Montalegre e Boticas, teve como objetivo angariar fundos para os Bombeiros Voluntários de Montalegre e para a Misericórdia de Boticas, uma verba que deve rondar os 17.500 euros. Como grandes patrocinadores, para além do banco BPI, onde trabalha o conterrâneo António Carreira, e da Valinor Imobiliária, destaque para os donativos dos empresários Bento Pinto (Donões), Domingos Afonso (Donões), Maria Valença (Donões), José Braza (Mourilhe) e Lima Gomes, de Braga, todos com participações muito generosas.
Uma festa que mobilizou mais de 500 pessoas lotando por completo o salão num encontro que contou com as presenças, entre outros, do senador de Massachusetts, John Fernandes, e do cônsul de Portugal em Boston, Paulo Cunha Alves.
«SAÍMOS DAQUI
MAIS PORTUGUESES!»
MAIS PORTUGUESES!»
Como já foi vincado, os convidados de honra deste I Convívio da Comunidade Barrosã feito nos Estados Unidos, foram os presidentes das câmaras municipais do Barroso, Fernando Rodrigues (Montalegre) e Fernando Campos (Boticas). Todos os oradores «elogiaram os emigrantes que são estimados pelos americanos por serem trabalhadores e muito cumpridores do seu dever», frisou Fernando Rodrigues. Quer o presidente da Câmara de Montalegre quer o seu vizinho de Boticas viram o seu trabalho à frente dos municípios muito elogiado, sendo ali considerados dos melhores autarcas de sempre pelo progresso que imprimiram nos seus concelhos. Ambos receberam o testemunho de gratidão pela disponibilidade que têm demonstrado para estarem junto das comunidades portuguesas espalhadas pelo Mundo e pela consideração e estima que nutrem por todos os emigrantes.
Os dois autarcas não defraudaram os presentes nas palavras que lhes dirigiram. A emoção dos seus discursos tocou fundo no coração dos barrosões e de todos os emigrantes, não só pelo elogio que fizeram àqueles que partiram da sua terra natal à procura de uma vida digna que Portugal lhes negava, mas pelo apelo às origens, à terra, à cultura, à pátria, ao nosso "cantinho" que os dois presidentes souberam fazer.
Tratou-se de «uma grande festa de homenagem ao emigrante», de união dos barrosões, mas também uma prova de como os emigrantes continuam ligados à sua terra e da preocupação que têm com as suas instituições. «Os emigrantes estão lá fora, onde ganham o pão, mas o coração está na casa e na terra onde nasceram. Foi um dia em que, sem dúvida, todos saímos daqui mais portugueses e mais barrosões!», explica Fernando Rodrigues.
Os dois autarcas não defraudaram os presentes nas palavras que lhes dirigiram. A emoção dos seus discursos tocou fundo no coração dos barrosões e de todos os emigrantes, não só pelo elogio que fizeram àqueles que partiram da sua terra natal à procura de uma vida digna que Portugal lhes negava, mas pelo apelo às origens, à terra, à cultura, à pátria, ao nosso "cantinho" que os dois presidentes souberam fazer.
Tratou-se de «uma grande festa de homenagem ao emigrante», de união dos barrosões, mas também uma prova de como os emigrantes continuam ligados à sua terra e da preocupação que têm com as suas instituições. «Os emigrantes estão lá fora, onde ganham o pão, mas o coração está na casa e na terra onde nasceram. Foi um dia em que, sem dúvida, todos saímos daqui mais portugueses e mais barrosões!», explica Fernando Rodrigues.
"TRABALHO, SANGUE,
SUOR E LÁGRIMAS"
SUOR E LÁGRIMAS"
As dificuldades que Portugal atravessa no momento foram tema dos discursos, mas para dizer que no tempo em que os emigrantes tiveram que partir, a vida era bem mais dura e não foi por isso que os demoveu. Pelo contrário, é nestes períodos que os homens se revelam, se for preciso com "trabalho, sangue, suor e lágrimas". Agruras que hoje dificilmente se consegue imaginar e que foram vencidas pelos emigrantes com enorme sacrifício e dedicação ao trabalho em prol de dias melhores. É com este facto que o presidente da Câmara de Montalegre sustenta, não raras vezes, que o exemplo dos emigrantes deve servir de "empurrão" à aplicação de todos aqueles que por um ou outro motivo vivem em descrença e desânimo.
Ambos os presidentes puxaram dos galões referindo o prestigio de Portugal no Mundo desde a epopeia dos descobrimentos, com Vasco da Gama ao leme, a bravura de Cabrilho, embora ao serviço do Rei de Espanha, até Cristiano Ronaldo e José Mourinho dos nossos dias. Concluíram que hoje, apesar da história, quem mais contribui para o prestígio de Portugal são os empresários, os trabalhadores que estão no estrangeiro, e os nossos emigrantes.
Ambos os presidentes puxaram dos galões referindo o prestigio de Portugal no Mundo desde a epopeia dos descobrimentos, com Vasco da Gama ao leme, a bravura de Cabrilho, embora ao serviço do Rei de Espanha, até Cristiano Ronaldo e José Mourinho dos nossos dias. Concluíram que hoje, apesar da história, quem mais contribui para o prestígio de Portugal são os empresários, os trabalhadores que estão no estrangeiro, e os nossos emigrantes.
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44