A biblioteca municipal de Montalegre, na quadra onde a sátira é comum, volta a surpreender. Sob o mote "A Leitura Tudo Cura", a equipa da instituição, adereçada a rigor, deu uma vacina contra a iliteracia aos que estiveram no espaço. Uma forma de «mostrar que encaramos a leitura como um grande remédio», para «os males que possam surgir», garante Gorete Afonso, responsável pelo espaço bibliotecário.
O carnaval é um período do ano no qual a crítica e a conduta à reflexão é, muitas vezes, feita através de brincadeiras e disfarces. De acordo com as festividades, a biblioteca municipal de Montalegre uniu esforços para, no âmbito da temática "A Leitura Tudo Cura", alertar consciências para «a importância da leitura». Nesse sentido, Gorete Afonso, dirigente da instituição, comenta que «vivemos um período difícil, no qual os males são imensos», contudo «nós vemos a leitura como um grande remédio».
VACINA
Em sentido figurado, todos os elementos da biblioteca se «vestiram de médicos» e foram «distribuindo vacinas contra a iliteracia» aos que por lá passaram. Todavia, a consulta não se fica «apenas pela vacinação», a «leitura de livros, periódicos, entre outros», faz parte da «prescrição» para os “doentes”. Sem se deter, Gorete Afonso salienta que «estamos convictos que a leitura tudo cura», basta que esse exercício «seja direcionado aos males específicos de cada um de nós».