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Montalegre - Nacional Ralicross II (2016)
11 Setembro 2016
O circuito internacional de Montalegre recebeu a quinta prova do Campeonato Nacional de Ralicross e Kartcross. Um fim-de-semana de corridas animadas e muita competição com mais de seis dezenas de pilotos a participar. Pedro Rosário sagrou-se o primeiro campeão de 2016.
Kartcross
Pedro Rosário (Semog Bravo ER) arrancou muito bem e colocou-se na frente da corrida. No meio da molhada, um toque e Pedro Rabaço (HSport) capota e no meio da confusão, há mais um ou outro toque. Bandeira vermelha na pista e a equipa médica entra, apenas por precaução, pois a pancada foi feia.
Retomado o procedimento da partida, Pedro Rosário estava de novo na frente. Sérgio Bandeira (Semog) colocava-se em segundo, após passar Luís Almeida (Semog Bravo ER), que não lhe dava um segundo de descanso. Os três da frente colavam-se a Mário Rato (Semog) e cerca de um segundo mais atrás aparecia José Mota (Semog Bravo) que controlava um grupo constituído por José Luís Pereira (AG Sport), Jorge Francisco (Semog Bravo SE) e Sérgio Castro (ASK EVO). Com este resultado, Pedro Rosário já pode comemorar o sétimo título.
Super Car
Dany Moreau (Renault Clio) não alinhou na final e Joaquim Santos passeou o Ford Focus. Na Divisão 2, Ademar Pereira (BMW 325 IX) teve vida difícil, com Daniel Costa a nunca baixar os braços e a tentar passar o homem do BMW. No final, Pereira destacou-se e venceu.
Super 1600
João Ribeiro (Citroen Saxo S1600) valeu-se da pole-position para ficar na primeira posição. Bruno Gonçalves (Citroen Saxo S1600) curva pelo meio de todos e seguia para joker lap. José Eduardo Rodrigues (Peugeot 206 S1600) falhava a travagem na curva 1 e já não conseguiu repor o motor a funcionar. João Ribeiro ganhava distância e ia à joker lap, sem perder a liderança. Hélder Ribeiro (Citroen C2 S1600) fazia uma manobra semelhante, mas na segunda posição. O terceiro posto era uma espécie de pequena batalha, com alguma chapa amolgada à mistura. A uma volta do fim, Joaquim Machado (Peugeot 206 S1600), tinha uma atravessadela na entrada da reta da meta e Ricardo Soares (Citroen Saxo S1600) não conseguia evitar o embate. Machado seguia em prova, Soares já não se podia gabar do mesmo. Bruno Gonçalves (Citroen Saxo S1600) cortava a meta em terceiro e Joaquim Machado ainda conseguia terminar na quarta posição.
Super Nacional
Celmo Guicho (Renault Clio) teve que defender a primeira posição no arranque, pois Luís Moreira (BMW 325I) tentava “roubar-lhe o lugar. O homem do BMW ficava em segundo e aí se mantinha por duas voltas, até que um problema de acelerador o colocou fora de corrida. À segunda volta, um grupo discute o terceiro posto e, no meio da confusão, Daniel Sousa vai à parte suja do asfalto e acaba de encontro ao rail. Celmo Guicho segue na frente, a oposição é agora encarnada por Tiago Alexandre (Peugeot 306), que tem José Eduardo Queirós (Ford Escort RS2000) como uma sombra, mas a bandeira xadrez baixava e as posições ficavam definidas. José Sousa (Peugeot 306) era quarto, à frente de Luís Morais (Peugeot 106 GTI) e de Luís Moreira, que apesar de não ter cortado a meta, ainda se classificava.
Super Iniciação
Santinho Mendes colocava o Peugeot 205 na frente, logo na saída da primeira curva, e ganhava alguma distância a Pedro Pereira (Renault Clio). Lucas Simões era terceiro e trazia Rafael Rocha completamente colado à traseira. À segunda volta, Rocha subia para terceiro. Logo atrás vinha João Novo e este grupo mais parecia um troféu Peugeot 106. Pouco depois, Rafael Rocha fazia um tête na curva um, ficava atravessado e já não conseguia colocar o carro em marcha. João Novo e Lucas Simões ficam a discutir o terceiro posto, até que uma atravessadela deste último, e depois da ida à joker lap, o faziam baixar para quinto, atrás de Andreia Sousa (Toyota Starlet).
Super Buggys
Manuel Guerreiro (Atmos Strong) partiu como um tiro da segunda linha e de uma assentada ganhava três posições e estava na frente. Nuno Neto (Toniauto TT) era segundo, apesar dos ataques de Ludgero Santos (Toniauto TT). Entretanto, Ludgero “puxa pelos galões” de campeão em título, ganha a posição a Neto e passa a atacar a liderança. Guerreiro perdia o primeiro lugar no fim da reta da meta. Fecha tudo na entrada e sai demasiado largo. Santos passa para a frente, mas logo de seguida Nuno Neto, mercê de uma melhor trajetória, ganha a posição e acabaria por vencer a corrida. Ludgero era segundo, à frente de Manuel Guerreiro. Arménio Rodrigues (Atmos Strong) e Paulo Godinho (PGRacing) seguiram-no na classificação.
TEM A PALAVRA
Jorge Fonseca | Presidente do Clube Automóvel de Vila Real
«Foi uma prova mais trabalhosa porque tivemos mais de 60 pilotos. Foi uma corrida que nos satisfez e correspondeu às nossas expetativas. Este ano foi a última em Montalegre. No próximo ano estaremos de regresso com o Mundial de Rallycross. Pedimos uma data diferente, mais posicionada a meio do calendário e onde possamos contar com a presença de emigrantes. Aguardamos a confirmação».
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44