Mais de meia centena de pessoas estiveram reunidas no Ecomuseu de Barroso – espaço padre Fontes para testemunhar mais uma edição de "Conversas com História". O serão cultural, em torno do comunitarismo em Barroso, abordou temáticas como a vezeira, a segada e a malhada, o forno e o boi do povo. Orlando Alves, presidente da Câmara Municipal de Montalegre, acredita que a «elevada participação foi uma bofetada nos críticos».
Decorreu sede do Ecomuseu de Barroso, Montalegre, mais uma sessão de "Conversas com História". A décima terceira edição abordou “O Comunitarismo em Barroso” e algumas das práticas associadas: vezeira, segada e malhada, forno e boi do povo. O serão cultural, orientado pelo barrosão José Dias Baptista, foi muito participado e contou com a presença populares das várias freguesias do concelho, bem como representantes de associações locais. Orlando Alves, presidente da Câmara Municipal, considerou que a elevada participação aconteceu porque foi «abordado um tema muito interessante» e acredita que «foi uma bofetada nos críticos e nos assépticos destas atividades, que veem política e partidarismo agudo em tudo». Nessa linha, alertou que «a cultura não tem cores partidárias, é um estado de espírito». Por sua vez, José Dias Baptista mostrou-se muito satisfeito com a adesão e afirmou que «foi um encanto ver as pessoas das aldeias a participarem, a contarem as suas histórias e as suas tradições». Em representação do Ecomuseu de Barroso, Nuno Rodrigues explicou que «o tema cativou o interesse da plateia» e por isso o auditório «encheu em mais uma noite cultural».
A próxima edição de "Conversas com História" acontece no dia 6 de junho, inserida no programa da feira do livro de Montalegre.