Um mês depois da prova do Campeonato do Mundo de Rallycross, realizada no circuito internacional de Montalegre (21 a 23 abril), divulgamos um estudo que teve como objetivo avaliar o potencial mediático da prova nos órgãos nacionais. A determinação do desempenho foi efetuada através da análise da informação veiculada na imprensa, televisão, rádio, online, relativa ao período de 1 de janeiro a 15 de maio de 2017. Ao mesmo tempo, tornamos público um vídeo que recorda os principais momentos deste grandioso evento.
A segunda prova do mundial despertou o interesse de 82 órgãos de comunicação social, que veicularam 328 notícias, esta informação desencadeou mais de 23 milhões de impressões e ocupou um espaço editorial avaliado em 2.5 milhões de euros. No que diz respeito à frequência de informação os meios online foram preponderantes ao contribuírem com 59% das notícias, já em relação ao AVE foi a televisão a gerar a maior fatia, 83%. A imprensa destaca-se pelo maior número de impressões, mais de 16 milhões que representam 70% de todas as atingidas. A Sport TV foi o órgão de comunicação social que se destacou ao contribuir de forma significativa para o protagonismo mediático do evento, através dos seus vários canais veiculou 13% da informação que ocupou um tempo de antena superior a 11 horas, tendo-se traduzido esta ocupação mediática em 55% do AVE.
Destaque também para os canais RTP, SIC e TVI, não de todo pelo volume de informação veiculado, 5%, mas sobretudo pela projeção mediática que proporcionam e isso reflete-se nos 28% de AVE gerado e nas cerca de quatro milhões de impressões desencadeadas. Na imprensa também é de realçar o facto de se ter registado informação em meios generalistas de grande relevância, como "Jornal de Notícias" e o "Correio da Manhã", não só pelo contributo ao nível do AVE, 31%, mas também pelas impressões geradas, mais de quatro milhões que representam 26% das capitalizadas neste meio. Os diários desportivos também tiveram um papel preponderante, veicularam 17% da informação que desencadeou mais de oito milhões de impressões, ou seja, 50% de todas as quês e verificaram na imprensa. No online a situação foi em todo semelhante com as plataformas dos diários desportivos a ter também um contributo muito positivo, quer ao nível das impressões (44%), quer do AVE (40%).