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O Reino da Gallaecia e o Condado Portucalense
28 Novembro 2011
Os 1.600 anos do reino da Gallaecia e os 900 do nascimento de D. Afonso Henriques foram tema de debate no Ecomuseu de Barroso – Espaço Padre Fontes. Orlando Alves, vice presidente da Câmara Municipal de Montalegre, dirigiu a cerimónia. Na mesa teve a companhia de Barroso da Fonte e Alexandre Banhos. Uma sessão marcada pela troca de ideias em volta de importantes referências históricas de dois povos vizinhos: Espanha e Portugal.
Montalegre foi palco de um momento de debate, análise e reflexão em torno do aniversário do reino da Gallaecia e de D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal. Orlando Alves, vice-presidente da autarquia, formalizou a abertura da palestra. Barroso da Fonte e Alexandre Banhos foram os oradores da noite. Em tempo próprio, os intervenientes, naturais dos países irmãos, exprimiram opiniões, argumentos, estudos, ideias e ideais.
«ORGULHO DA GALLAECIA»
A sessão foi «um momento cultural interessante» no sentido em que «há e começa a expressar-se o orgulho da Gallaecia», afirma David Teixeira, diretor do Ecomuseu de Barroso. No mesmo sentido, salienta que «Montalegre é um ponto privilegiado de relação de fronteira». Nos dias que correm «os verdadeiros amantes da Portugália» sentem-se «tentados a reviver o espírito inicial da união dos povos», alerta. Assistimos a «uma troca de ideias interessante entre as duas partes», comenta.
«HERÓIS»
Orlando Alves dirigiu-se ao público como «os verdadeiros heróis da jornada». Elogio tecido devido aos «olhares muito atentos», que causaram «satisfação» ao autarca. Ato contínuo, destacou que «as expressões que vi deram-me a certeza» que aquilo «que tínhamos em mente fazer, esta noite, fez todo o sentido».
«IMPORTÂNCIA DE PORTUGAL»
Ao fazer «uma incursão no passado», saímos «daqui com a auto estima mais elevada», assegura Orlando Alves. Facto justificado porque «nem todos os portugueses têm a verdadeira noção da importância que Portugal teve, tem e terá no contexto dos povos» e «das nações». Acredita que a chave para o sucesso está na «procura das insuficiências e fraquezas», conhecê-las e «assim transformá-las em forças». Desse modo vai «ser possível recuperar a auréola e prestígio» que «sempre foram timbre da nossa nação», defende o político.
DESAFIO
Vice presidente do município de Montalegre e também vereador da cultura, Orlando Alves lembra que «há uma grave lacuna»: deixou de se «ensinar quem somos e o que fomos…». Da mesma opinião, David Teixeira recorda que o desafio do projeto Ecomuseu segue essa linha: «dizer às pessoas de onde vimos e quem somos». Acentua que, no percurso da vida é «preciso reviver e reavivar o orgulho daquilo que fomos, somos e queremos ser». Tudo isto sem nunca «perder a nossa identidade», remata.
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44