A Guarda Nacional Republicana, através do Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente (SEPNA) e do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS), realizou no concelho de Montalegre ações de sensibilização no âmbito da operação "Floresta Protegida 2016". A última decorreu nas instalações da junta de freguesia de Montalegre. Junto da população, foram abordadas questões como a problemática dos incêndios florestais de forma a contribuir para a redução da área ardida.
A informação, a sensibilização e a educação cívicas são instrumentos fundamentais para a gestão ambiental. Seguindo esta linha, as freguesias do concelho de Montalegre receberam, ao longo de uma semana, ações de sensibilização e fiscalização protagonizadas por elementos do Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente (SEPNA) e do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS). A última aconteceu nas instalações da junta de freguesia de Montalegre onde participaram, na maioria, autarcas locais.
ALERTAS
Segundo Ricardo Silva, capitão da GNR, estas ações visam alertar para a importância dos procedimentos preventivos a adotar nesta altura do ano nomeadamente sobre «o uso do fogo, a limpeza e remoção de matos e a manutenção das faixas de gestão de combustível». O objetivo passa por corrigir as situações de incumprimento da lei que protege a floresta.
No final da sessão, António Morais, presidente da União das Freguesias de Montalegre e Padroso, referiu que irá aguardar o edital, no sentido de o afixar publicamente e «avisar os proprietários de habitações que devem fazer a limpeza». Esta operação tem, também, como alvo, todos os alunos do território nacional desde o pré-escolar até ao ensino secundário. Segundo dados da GNR, as principais causas de incêndio, no ano passado, atingiram estas percentagens: 38% por negligência, 33% por causas desconhecidas e 20% em causas intencionais.