A pretexto da desmaterialização administrativa que a autarquia está a implementar, o canal televisivo Porto Canal esteve entre nós onde entrevistou o presidente da Câmara, Orlando Alves. Uma ocasião onde o edil voltou a reforçar o conjunto de medidas que estão e irão ser colocadas em marcha nos próximos meses.
O município de Montalegre volta a estar na primeira linha editorial dos órgãos de comunicação social. Desta feita, é a politica de desmaterialização administrativa que a autarquia está a colocar em prática e que foi iniciada, por estes dias, onde os membros do executivo municipal reuniram, pela primeira vez, sem a tradicional documentação em papel. Em vez disso, foi criada uma plataforma de envio, em formato digital. Com esta decisão não são impressas 50 mil cópias/ano que traduz uma poupança na ordem dos 3.000 euros anuais.
POUPANÇA GARANTIDA
Estes dados voltaram a ser explicados na entrevista que Orlando Alves, presidente da Câmara Municipal, concedeu ao Porto Canal. O autarca voltou a sublinhar os dividendos que esta política vai representar para os cofres do município. Vale a pena recuperar estas palavras: «é um investimento que se traduzirá em poupança futura em papel, em cheques, em selos do correio, etc. e, sobretudo, dá-se uma imagem de eficácia e de modernização. Avançaremos ainda para a instalação do balcão único, uma espécie de loja caseira do cidadão e para a descentralização de serviços, nomeadamente em Salto, onde há condições físicas de atendimento e prestação de serviços».
Neste sentido, recorde-se que, por exemplo, com a medida já efetuada nas reuniões do executivo, o ganho é «superior a três mil euros», verba que Orlando Alves garantiu canalizar, a título ilustrativo, «para a intervenção social» sendo «ao fim do ano muitas toneladas de papel poupadas».