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- Presidente - «Estrada para Meixide é para concluir até 2017»
Presidente - «Estrada para Meixide é para concluir até 2017»
16 Julho 2015
É um dos maiores desafios dos últimos anos da Câmara Municipal de Montalegre: dar dignidade à estrada que liga Montalegre a Chaves. Na calha estão dois «planos de atuação» explicados, com entusiasmo, pelo presidente da autarquia. Orlando Alves garante que estamos perante uma pretensão que está a ser «agarrada com muita força». Se tudo correr como o previsto, o início dos trabalhos acontece nos primeiros meses de 2016.
Com a A24 longe do horizonte do concelho de Montalegre e com a EN103 a ser constantemente colocada na gaveta dos investimentos do governo, o município de Montalegre vira agulhas para a ligação a Chaves. Um troço que apresenta cara feia à custa de muitos anos de abandono. O desejo de melhorar esta estrada - que entretanto já recebeu algumas melhorias como as fotos documentam - há muito que é reclamado pelos barrosões como faz questão de lembrar o presidente da Câmara Municipal de Montalegre: «o projeto da estrada de Montalegre aos limites do concelho, mais precisamente à localidade de Meixide, há muito que é ansiado pela população do concelho e também pelos habitantes de Chaves». Um quadro de sintonia que leva Orlando Alves a garantir que «estamos a agarrá-lo (projeto) com muita força».
DUAS HIPÓTESES
O novo quadro comunitário não contempla obras na rede viária. Um facto que desgosta o edil que não compreende esta intransigência. A padecer com os "males" da A24 e EN103, o município de Montalegre arregaçou as mãos com o intuito de resolver, de uma vez por todas, este impasse que tem travado não só as trocas comerciais como tem colocado os "cabelos em pé" às centenas de pessoas que transitam neste lastimável traçado. Orlando Alves explica as duas soluções que estão em cima da mesa: «o plano A inicia no Bairro do Crasto, com uma repavimentação e nova marcação até Vilar de Perdizes. É um troço com mais de 20 anos onde já são visíveis quebras e fissuras no pavimento...continua depois de Vilar de Perdizes, com um alargamento da plataforma e o desaparecimento de muitas curvas, sobretudo as mais fechadas. É um plano alicerçado num empréstimo bancário de cerca de cinco milhões de euros que estamos a contrair. Só dependemos de uma decisão do Tribunal de Contas que está a atrasar este processo com questões burocráticas. Tenho fé que até ao final do ano possamos ter o empréstimo aprovado junto de uma instituição bancária selecionada através de concurso. Há também o plano B, no valor de 2,5 a 3 milhões de euros...será feito com os nossos meios financeiros, com muito sacrifício, caso não seja concedido o empréstimo. Consiste em fazer alguns cortes entre Vilar de Perdizes e Meixide, pondo de parte qualquer intervenção no pavimento, neste momento com sinais flagrantes de desgaste intenso, a partir de Montalegre».
Recordamos que ainda há pouco tempo, a Câmara de Montalegre falou do caricato da existência de uma ponte entre os dois concelhos (Montalegre e Chaves) que não tem ligação pela falta de fundos comunitários. Uma situação que obteve enorme visibilidade junto da imprensa em contraste com o silêncio do poder central.
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44