Este sábado é inaugurado em Fafião mais um núcleo museológico do Ecomuseu de Barroso. Abrigado pelo Parque Nacional da Peneda Gerês (PNPG), o espaço promete ser uma alternativa válida ao imenso conceito que transporta o carimbo Ecomuseu. Para Orlando Alves, presidente da Câmara de Montalegre, estamos perante uma «marca identitária» que mostra «uma porta de consulta interativa e de prospeção da realidade social, cultural e económica do nosso concelho».
Poucos dias volvidos da inauguração do Centro Interpretativo das Minas da Borralha, eis que chega novo núcleo museológico do Ecomuseu de Barroso. Erguida na aldeia de Fafião, a estrutura, financiada pelo PRODER (Programa de Desenvolvimento Rural), mostra traços da cultura barrosã que serão desvendados, este sábado, no momento da inauguração. Estamos perante «mais um núcleo alargado ao território e extensivo a uma das componentes essenciais da vida económica do concelho porque incide sobre a especificidade da pastorícia e da vezeira», começa por descrever o presidente da Câmara de Montalegre. No entender de Orlando Alves, este novo núcleo representa «uma marca identitária, uma porta de consulta interativa e de prospeção da realidade social, cultural e económica do nosso concelho».
INVESTIMENTO ULTRAPASSA O MEIO MILHÃO DE EUROS
O autarca confia no bom resultado da parceria com "A Vezeira", associação local, defende o autarca, «composta por gente dinâmica» que dará a «atratividade necessária» para seduzir os turistas e a própria população concelhia. Em suma, estamos perante um investimento que ultrapassa o meio milhão de euros. Uma verba «significativa» que soma «a construção, a expropriação, a compra do espaço, o projeto, a obra de remodelação e a instalação de equipamentos onde as novas tecnologias imperam e que são aquisições dispendiosas», conclui.