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- Presidente - «Sinto que todos estão comigo!»
Presidente - «Sinto que todos estão comigo!»
30 Outubro 2013
Acabado de completar um mês na pele de presidente da Câmara Municipal de Montalegre, Orlando Alves está confiante que o mandato irá correr como o planeado. Apela ao envolvimento de todos de forma a que o concelho continue a galvanizar atratividade. O reforço da atividade económica e a valorização do território, sustentados nos pilares "agricultura, pecuária e floresta", serão as bandeiras permanentes até 2017.
Passou um mês que venceu, de forma categórica, as eleições autárquicas no concelho de Montalegre. Como está a ser a experiência no cargo de Presidente de Câmara?
Orlando Alves (OA) - Foi uma honra muito grande. Devo dizer que estou na Câmara há 24 anos e aparentemente é tudo muito linear e tudo muito simples, mas não deixo de sentir que há um peso acrescido sobre os meus ombros. No entanto, também devo dizer que estou em condições de o poder suportar e usar como acicate para que as boas realizações, no nosso concelho, aconteçam.
Na tomada de posse vincou muito as linhas do programa que quer implementar no concelho. Diga-nos, em síntese, como o carateriza.
OA - É um programa que quero honrar e cumprir. É um programa onde privilegio, essencialmente, o envolvimento e a dinamização das pessoas para um desígnio comum que é a valorização do território e a promoção da atividade económica. Estes foram os pilares da minha candidatura e fi-lo de forma consciente, porquanto sinto que o concelho está muito bem dotado de infraestruturas. A vila de Montalegre está muito alindada, como estão a generalidade das nossas aldeias. Já não haverá obra nenhuma que seja vital para a qualificação do nosso dia a dia, para o bem estar dos barrosões. Deste modo, há que direcionar todas as nossas energias para a promoção da atividade económica, tentando fazer com que algumas pessoas se fixem à terra. Se já não vamos a tempo de provocar movimentos migratórios que tragam pessoas de fora do nosso território para junto de nós, pelo menos que consigamos estancar este ímpeto que as pessoas têm de abandonar a sua terra para irem para o estrangeiro onde são, muitas vezes, escravizadas e tudo porque a terra é madrasta e não dá às nossas gentes aquilo que elas deviam ter direito».
Já são visíveis algumas mudanças na "máquina" interna da Câmara. Fale-nos delas...
OA - Estou há sensivelmente oito dias no exercício destas minhas novas funções. Estou a organizar a casa à minha maneira. Estou a tomar conta e nota dos dossiers. Ver como eles têm que ser agarrados. Internamente estamos a proceder a algumas alterações visando, essencialmente, dar uma maior eficácia aos serviços para que os cidadãos do nosso concelho sintam que a nossa Câmara os atende convenientemente e como eles merecem ser atendidos.
Uma das ideias do projeto que colocou a sufrágio é «a completa desmaterialização administrativa que deverá estar implementada até finais de 2014». Já fez algo nesse sentido?
OA - Estamos a mobilizar e fazer reuniões com os trabalhadores no sentido de os fazer perceber quais são as nossas motivações politicas. Vai levar o seu tempo mas acredito que tudo vai correr pelo melhor. Penso que, a pouco e pouco, iremos mostrar aos barrosões que em boa hora eles se mobilizaram e nos deram o seu apoio, o seu voto e a sua confiança. Tudo faremos para não os desiludir. Eu, o David Teixeira e a Fátima Fernandes, tudo faremos para os barrosões se sintam bem com a sua consciência por terem aderido ao nosso projeto e por terem votado em nós.
Animado?
OA - Estou animado de levar o meu projeto avante. Foi um projeto que foi amplamente sufragado. Sinto que tenho a população da minha terra, do meu concelho, do nosso território, com este projeto. Sinto que toda a gente está comigo. Vamos tentar levá-lo à prática para que, chegando ao fim, sintamos que ninguém enganou ninguém.
Presidente da Câmara, Orlando Alves, entrevistado na Rádio Montalegre (97.5FM)
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44