O ano começa forte no concelho de Montalegre. A primeira "Sexta 13" do ano e os 26 anos da Feira do Fumeiro, obrigam a um «grande esforço financeiro» por parte da autarquia. Ao todo, são mais de 300 mil euros. Uma aposta feita «com a consciência de que são este tipo de eventos que catapultam Montalegre e lhe dão uma imagem de vida e dinâmica que queremos ter», defende o presidente Orlando Alves.
Não podia pedir-se mais a este arranque de ano, em matéria de realização de eventos, ao concelho de Montalegre. Um janeiro gordo em promoção do território com a primeira "Sexta 13" do ano (há ainda outra em outubro) e com o grande cartaz do concelho, a Feira do Fumeiro. Dois "pesos pesados" que são sinónimo de multidão. Também significam investimento. 300 mil euros é quanto vai custar organizar estas duas "bandeiras" de atratividade.
REFLEXOS NA ECONOMIA
Orlando Alves confia que iremos ter um extraordinário início de ano. O edil não tem poupado esforço, junto da equipa que o acompanha, para que nada falhe, daí que deposite «as melhores expetativas». O presidente da Câmara de Montalegre defende que tudo é feito «com a consciência de que são este tipo de eventos que catapultam Montalegre e lhe dão uma imagem de vida e dinâmica que queremos ter». Um esforço financeiro que tem «reflexos muito visíveis na economia local». Para tal, recorda que «para a "Sexta 13" temos um programa variado e simpático, com o investimento da autarquia a ultrapassar os 150 mil euros». O mesmo valor, garante Orlando Alves, é aplicado na próxima edição da Feira do Fumeiro, onde «os produtores do concelho têm a oportunidade de realizar dinheiro e de ver compensado todo o seu esforço, ao longo do ano, com a criação dos animais».
«ESPERAMOS MILHARES DE PESSOAS»
Os sorrisos são difíceis de conter a avaliar pela história. Quer na "Sexta 13", quer na Feira do Fumeiro, o concelho transforma-se. A avalanche de gente é certa. Porém, o rigor é a palavra de ordem: «estamos a falar de duas realizações muito fortes e aguardadas. Em ambos os casos, o programa é atrativo. Esperamos ter milhares de pessoas. Aqui, a hotelaria e a restauração têm uma palavra a dizer: são dois esteios importantíssimos na promoção e valorização do território», daí que, conclua Orlando Alves, «cabe-lhes criar todas a condições para que as pessoas venham, sejam bem recebidas e levem a vontade de regressar».