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Sexta-feira 13 regada com 'Vinho dos Mortos'
03 Maio 2011
É mais um produto associado à sexta 13 de Montalegre. Desta vez é o afamado "vinho dos mortos", um dos emblemas do concelho vizinho de Boticas. A cerimónia de "casamento" ocorreu no auditório do Ecomuseu de Barroso que contou com as presenças, entre outros, dos presidentes dos municípios de Montalegre e Boticas.
A cada vez mais procurada Sexta 13 de Montalegre passa a ter mais um parceiro. O conhecido "vinho dos mortos" de Boticas ficou associado à marca Sexta 13 com a cerimónia de apresentação pública realizada nas instalações do núcleo-sede do Ecomuseu de Barroso, Montalegre.
Um encontro ao qual foram convidados empresários do ramo hoteleiro e outros a fim de perceberem o porquê de uma união que tem tudo para dar certo a avaliar pelo entusiasmo dos dois autarcas do Barroso, Fernando Rodrigues, presidente do município de Montalegre, e Fernando Campos, edil de Boticas.
«ACREDITO QUE O VINHO
VÁ VENDER BEM!»
Na qualidade de anfitrião, Fernando Rodrigues referiu que acredita vivamente no sucesso desta aposta até porque, sustentou, estamos perante dois produtos da terra com provas dadas. Para o presidente da autarquia a escolha do vinho botiquense para estar associado à Sexta 13 é mais do que justificada: «não podíamos ter um vinho que se adequasse tanto à sexta-feira 13 como o "vinho dos mortos". Em primeiro lugar porque é um produto que está cá entre nós, está na área do Ecomuseu de Barroso, é um produto local e de qualidade. Coincide também com a data, com a sexta-feira 13, porque tem um enquadramento perfeito nesta magia das bruxas, na bebida, na boa comida...como tal, achamos que seria um desperdício ter este produto na região e não aproveitarmos a sua divulgação».
Sem se deter, Fernando Rodrigues lembrou uma outra aposta também ela ganha: «o ano passado, o vinho Sexta-feira 13 teve sucesso e penso que este ano também este vai ter. Não será um vinho para concorrer com o outro mas é um vinho que vai ficar bem na mesa que irá valorizar a ementa. Mais do que outra coisa, é uma recordação. Acredito que vá vender bem!».
«NÃO ESTAMOS AQUI A
VENDER "GATO POR LEBRE"»
Na mesma linha de pensamento apareceu o discurso do presidente da Câmara de Boticas. Fernando Campos garantiu que a autarquia apresenta um produto sério onde o rigor é a sua imagem de marca: «fez-se um aprofundamento da situação do "vinho dos mortos". Hoje sabe-se quais são as castas, quais os locais onde ele é produzido, a história e o misticismo todos o conhecem. Hoje é um vinho que já é considerado vinho regional, já tem um rótulo perfeito, é engarrafado, os enólogos acompanham todo o processo. Podemos garantir que não estamos aqui a vender "gato por lebre"».
Campos corrobora da opinião do colega de Montalegre quando defendeu a sintonia perfeita entre a Sexta 13 e o vinho de Boticas: «este misticismo ligado à Feira do Esconjuro, à Sexta 13, o vinho dos mortos assenta como uma luva! Ainda por cima estamos no mesmo espaço territorial. Isto é mais um pouco de cimento que nós bem precisamos e que se vem juntar àquilo que todos os dias procuramos fazer que é tentar ganhar escala, dimensão. Temos que aproveitar os produtos que temos e saber comercializá-los. Sem estarmos de costas voltadas. O sucesso dos nossos vizinhos é sempre o nosso sucesso porque beneficiamos sempre com isso».
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44