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Simulacro no lar São Miguel (Vilar de Perdizes)
05 Novembro 2016
Inaugurado há pouco mais de um mês, o lar de São Miguel, em Vilar de Perdizes, acolheu um simulacro ministrado pelos bombeiros voluntários de Montalegre. Uma iniciativa, obrigatória por lei, que despertou os utentes e pessoal afeto à instituição, para o combate ao perigo que pode acontecer quando menos se espera. No final, o balanço foi positivo com a consciência que este tipo de ações são para repetir.
O projeto de segurança contra incêndios do lar de São Miguel, em Vilar de Perdizes, obteve distinção. A nota positiva saiu da realização de um simulacro, orientado pelos bombeiros voluntários de Montalegre, o qual revelou cumprir com todos os procedimentos necessários.
Lembrar que estamos a falar de uma estrutura iniciada em 1979 (jardim de infância), continuada em 1999 (serviço de apoio domiciliário e centro de dia) e recentemente finalizada (lar).
«CORAÇÃO BATE MAIS DEPRESSA»
Na qualidade de comandante dos bombeiros voluntários de Montalegre, David Teixeira, mostrou agrado com o resultado desta intervenção. Uma experiência que valoriza a corporação e que serve, acima de tudo, para tranquilizar a estrutura: «simulamos a ocorrência de um incêndio num dos quartos. A ideia foi testar a prontidão e a capacidade de intervenção rápida dos funcionários da instituição». A par disto, foi dada «alguma formação, algum à vontade, quer aos funcionários quer aos idosos, no sentido, caso haja uma situação real, de poderem reagir com alguma naturalidade». O também vice-presidente da Câmara de Montalegre lembra que os "soldados da paz" já fizeram «muitos simulacros». Uma «rotina» que não consegue espantar a adrenalina: «mesmo a brincar, o coração bate sempre mais depressa. Isto é facilmente explicável: lidamos com a vida, com pessoas que têm muita dificuldade de mobilidade».
«GOSTEI DO QUE VI»
Atento ao desenvolvimento da operação, António Joaquim Dias, presidente do Centro Social e Paroquial de Vilar de Perdizes, fez questão de ressalvar: «desde o princípio que disse que o simulacro tinha que acontecer nos primeiros meses após a inauguração. Foi importante dar formação, dar tarimba aos nossos funcionários. Fico satisfeito que eles já a conheçam. Já foi aqui discutida. No entanto, é numa situação real que se vê como eles reagem, observar como os idosos são transportados para fora da instituição. É uma realidade que pode acontecer. Em qualquer lado». Em síntese, o responsável deixou a garantia: «gostei do que vi. Pareceu-me que eles estão prontos para uma situação real. Embora fosse "a brincar", tiveram um magnífico comportamento. Entenderam que este simulacro foi uma experiência importante».
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44