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Workshop 'ClimAdaPT.Local' no Multiusos
08 Janeiro 2016
Realizou-se no pavilhão multiusos de Montalegre um workshop sobre o projeto "ClimAdaPT.Local". O processo visa criar uma rede de municípios de adaptação local às alterações climáticas em Portugal. A sessão - que reuniu entidades e empresários da CIMAT (Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega) – contou com a presença do vice-presidente da Câmara de Montalegre, David Teixeira, que considerou importante «colocar os atores locais a pensar no futuro e de que forma podem influenciá-lo».
Montalegre é um dos 26 municípios beneficiários do projeto ClimAdaPT.Local. Os critérios da escolha tiveram por base a cobertura de todo o território nacional, um município por Comunidade Intermunicipal, as vulnerabilidades e oportunidades das alterações climáticas e o compromisso político e institucional para elaborar e implementar as estratégias municipais de adaptação. O objetivo passa por iniciar em Portugal um processo contínuo de elaboração de "Estratégias Municipais de Adaptação às Alterações Climáticas" (EMAAC) e a sua integração nas ferramentas de planeamento municipal.
«REUNIÃO INOVADORA»
Responsável pela abertura do workshop, o vice-presidente da Câmara Municipal de Montalegre, David Teixeira, defendeu que o tema assume uma elevada importância e onde «é preciso pensar de forma a serem tomadas as melhores opções de vida, na área politica e particular». Na ótica do autarca, na área da saúde, «é preciso evitar alguns problemas» e em relação ao empreendedorismo «é possível descobrir novas potencialidades, num futuro próximo, que seriam impensáveis há anos atrás». Para o vice-presidente do município foi uma «reunião inovadora».
«EXERCÍCIO CONSTRUTIVO»
Na coordenação do projeto, Luísa Schmidt, socióloga do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, explicou tratar-se de «um exercício construtivo para o futuro» no sentido de «as pessoas se envolverem nesta estratégia e acreditarem que podem ter um município mais acautelado em relação aos impactos das alterações climáticas». Por sua vez, João Batista, primeiro secretário do secretariado executivo da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega (CIMAT), considera que é uma iniciativa que vai permitir ao município «implementar as conclusões apresentadas» e assim «melhorar as condições ambientais da região, a qualidade de vida das pessoas e fixar população».
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44