Evento foi aberto pelo vereador da cultura da Câmara de Montalegre. Orlando Alves pediu «novo rumo» envolvendo as várias instituições da região. Em síntese, ligar a Ciência à Natureza numa «estratégia conjunta».
Abriu esta 5.ª feira, em Vilar de Perdizes, a 21.ª edição do Congresso de Medicina Popular. A sessão inaugural foi apadrinhada por Orlando Alves, vereador da cultura do Municipio de Montalegre que desafiou a organização para enfrentar um novo caminho, envolvendo as várias instituições da região. A este propósito, o autarca confessou que «nunca soubemos agarrar esta oportunidade». Um facto que «não pode ser mais adiado». De pronto, o desafio: «temos que começar a pensar trazer para aqui a Universidade de Trás-os-Montes. É lá que temos o saber, a mestria».
A reforçar, Orlando Alves, assumiu: «isto tem que levar outra volta. Envolver mais outras entidades como a ADRAT, a AMAT, no fundo, todas as câmaras municipais, numa estratégia conjunta», tudo, porque, sublinhou, a Medicina Popular «tem um enorme potencial, trata-se de um filão fantástico».