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XXI Feira do Fumeiro - Rejeições inferiores a 0,5%
31 Janeiro 2012
A XXI Feira do Fumeiro e Presunto de Barroso fica, além de outros realces, marcada por um número maior, em relação à edição anterior, de produtores inscritos e entrada de produto. Todo o material que entra no recinto do certame é cuidadosamente analisado por Domingos Moura, veterinário municipal de Câmara Municipal de Montalegre, responsável pela comissão de controlo sanitário. Nesta última edição a percentagem de produto rejeitado «não chegou ao meio por cento», garante.
Em análise, Domingos Moura, veterinário municipal da autarquia de Montalegre, afirma «que todos gostamos de dizer que cada feira é melhor que a anterior» e «ainda bem que assim tem sido até à data». Reforça que «se até agora se cometeram pequenos erros, têm vindo a ser corrigidos». Esta premissa é comprovada «ao nível de rejeições». Neste ano, a percentagem de produto que ficou retido «não chegou a meio por cento». Com o avançar do tempo e o aumento da produção «é necessário «acertar pequenos pormenores de natureza técnica» e isso «tem sido feito», garante.
«PEQUENA INDUSTRIALIZAÇÃO»
Aos produtores o veterinário municipal lançou «o desafio de, no próximo ano, aumentarem a produção» e «eles prometeram-me que vão ampliar o número de animais a criar». Domingos Moura quer, com isto, «atingir outros objetivos». O propósito «é avançar para a pequena industrialização», não «pura e dura, mas sim tradicional». Uma indústria «onde não se percam as caraterísticas do produto chamado caseiro», onde se «continua a produzir com qualidade, mantendo aquilo que é a nossa identidade», resguarda.
«SOLUÇÃO PARA O SUCESSO»
Para Domingos Moura «só ao vender aquilo que é nosso e nos diferencia de todos os outros produtos do país, e da região, é que teremos uma solução para o sucesso». As pessoas «vêm aqui para comprar aquilo que não têm nos locais onde vivem», garante. A procura surge «para ver algo diferente, apanhar um pouco de frio, ter animação e levar um produto que é bom e tem qualidade». Só «uma aposta na qualidade e aumento da produção» é que «permite que, aqueles que nos visitam, não saiam defraudados».
«A RESTAURAÇÃO NÃO
ACOMPANHA O RITMO»
A azáfama e ritmo sentidos no recinto da feira foi visível para todos. Todavia, o responsável pelo controlo sanitário da XXI Feira do Fumeiro lamenta que «a restauração, fora do recinto e imediações do certame, ainda não esteja a acompanhar este ritmo». A «impressão que tenho é que toda a gente se atrapalha», partilha. Após «uma visita fugaz pela restauração», Domingos Moura ficou com a ideia «de que as pessoas lá fora não têm pedalada para aguentar estas coisas» e, conclui, «precisam de ser mais empresários».
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44