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XXVI Congresso de Medicina Popular
03 Setembro 2012
Chegou ao fim o XXVI Congresso de Medicina Popular de Vilar de Perdizes. À semelhança de anos anteriores e «apesar da crise, mantivemos a credibilidade», referiu padre Fontes, mentor do evento. Quatro dias que primaram pela transmissão de conhecimento, com uma sala composta para ouvir um vasto leque de oradores. A par das palestras, esta edição ficou marcada pela «encenação da queimada pelo Bruxo Queiman, a peça de teatro "À Manhã" pela Filandorra, o regresso do grupo folclórico da Venda Nova, entre outros». A data da próxima edição já está marcada. De 5 a 8 de Setembro de 2013, regressa o misticismo à pacata aldeia do concelho de Montalegre.
Por mais um ano consecutivo, teve lugar, em Vilar de Perdizes, Montalegre, o Congresso de Medicina Popular. Já na 26ª edição, o certame «continuou a manter a credibilidade» e, «apesar da crise, ainda veio muita gente». Padre Fontes, “pai” desta iniciativa, partilhou que «foram dias intensos e muito animados». Por certo, «o número de vendas diminuiu porque há menos dinheiro». No que diz respeito às palestras, «a qualidade foi mantida a alto nível e foram muitos os oradores inscritos». A troca de «saberes e de valores foi bem conseguida». A animação do evento contou, entre outros, com a «participação do grupo folclórico da Venda Nova». Esta foi «uma agradável surpresa, ao fim de tantos anos e inatividade».
FILANDORRA E
BRUXO QUEIMAN
BRUXO QUEIMAN
A noite alta de animação do Congresso de Medicina Popular contou com duas atuações. A primeira, a cargo da companhia de teatro Filandorra, encheu o espaço da feira. Falamos da dramatização da peça “À Manhã”, de José Luis Peixoto. Esta ocasião foi do agrado de todo o público que esperava, ansioso, pelo momento da queimada. Essa, foi protagonizada pelo já conhecido Bruxo Queiman, ator que tem abrilhantado as últimas edições da Sexta 13. Com um discurso emotivo, padre Fontes acompanhou o artista espanhol e esconjurou a bebida pela qual todos esperavam. O néctar abençoado foi servido e ninguém quis abandonar o recinto sem o degustar.
«MISSÃO CUMPRIDA»
Lurdes Fonseca, membro da organização, no final da iniciativa, afirmou que «a missão foi cumprida». Em termos de congresso «esteve tudo muito equilibrado», apesar de na parte complementar da feira «se verificarem menos expositores». Para esta “filha da terra” é importante «não esquecer que o congresso é uma coisa e que a feira surgiu pós congresso». Nesse sentido, lembrou que «o congresso não é um espaço comercial, mas sim um local de cultura e partilha de conhecimento». Tal como em tudo, «temos sempre que fazer reflexões». Numa próxima edição, «seria bom estruturar o programa e verificar se é possível fazê-lo de forma colaborativa, onde várias instituições se unam e o façam de maneira convergente». Outro aspeto a pensar «seria o regresso do povo ao congresso». Lurdes Fonseca recordou que, «ao longo dos tempos, a grande perca que se verificou não foi o número de visitantes exteriores, mas sim os internos».
Recorde AQUI o Congresso Medicina Popular do ano anterior (25 anos)
VILAR DE PERDIZES - XXVI Congresso de Medicina Popular
VILAR DE PERDIZES - XXVI Congresso de Medicina Popular
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44