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XXVIII Congresso de Medicina Popular - 'balanço positivo'
08 Setembro 2014
Vilar de Perdizes, aldeia do concelho de Montalegre, recebeu mais uma edição do afamado Congresso de Medicina Popular. Ao longo de quatro dias, centenas de pessoas visitaram o certame e ninguém ficou indiferente a um programa diversificado. Orlando Alves, presidente da Câmara Municipal, fez um «balanço muito positivo» e acredita que a chave do sucesso reside «no empenho de todos».
O XXVIII Congresso de Medicina Popular voltou a ser realizado em Vilar de Perdizes. Considerado pelo presidente da Câmara Municipal de Montalegre, Orlando Alves, «um dos maiores cartazes culturais do concelho», este evento de referência voltou a reunir centenas de pessoas em torno da medicina popular e do misticismo. O autarca fez um «rescaldo extraordinariamente bom» do evento e acredita que «este ano foi o ponto de viragem» do congresso. Em retrospetiva, lembrou que o certame «estava num plano inclinado, a sofrer algum desgaste». Em situações como esta é necessário «flexibilidade e grande criatividade». Nessa linha, acredita que «se conseguiu agir a tempo de evitar a hecatombe», graças ao esforço conjunto da «Câmara Municipal, da Associação da Defesa do Património e do padre Fontes». Ao longo de quatro dias, a pitoresca localidade de Barroso ofereceu um vasto programa, repleto de bons motivos para visitar Vilar de Perdizes: conferências muito participadas, oradores com temas de elevado interesse, animação constante, pontos de venda de produtos locais, teatro e a tradicional “Queimada”.
«NÃO É FÁCIL, MAS
NÃO É IMPOSSÍVEL»
Deolinda Silva, em nome da organização, Associação de Defesa do Património de Vilar de Perdizes, mostrou-se «satisfeita» por ter presenciado um «congresso mais animado e mais participado». Nessa linha, salientou que «este ano a Câmara Municipal olhou para o congresso com outros olhos» e fez questão de agradecer «o apoio generoso dado pela autarquia». Ciente de que «o congresso este ano melhorou», partilhou que «ainda não está como queríamos que estivesse». Deolinda Silva garantiu que «o objetivo é sempre fazer mais e melhor a cada ano», porque «Vilar de Perdizes merece e temos que manter a tradição». A intenção passa por «elevar o congresso ao nível de prestígio que ele merece», reconhecendo que «não é fácil, mas não é impossível». Por sua vez, Padre Fontes, fundador do Congresso de Medicina Popular, referiu que o «congresso evoluiu, teve mais gente e mais colaboradores». Estão, assim, reunidos os elementos para que «no próximo ano seja ainda melhor», assegurou.
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44