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'60 Anos de Jornalismo de Causas e Casos'
26 Abril 2013
Integrado no programa comemorativo dos 39 anos do 25 de Abril, foi lançado, na sede do Ecomuseu de Barroso, Montalegre, o livro "60 Anos de Jornalismo de Causas e Casos", edição comemorativa dos 60 anos de vida literária de Barroso da Fonte.
«Ao sair de Trás os Montes
Jurei ser por toda a vida
Um lutador permanente
Da terra mais esquecida»
A sede do Ecomuseu de Barroso, Montalegre, testemunhou o lançamento da obra "60 Anos de Jornalismo de Causas e Casos" de António Dias Vieira e João Pedro Miranda. Trata-se de uma edição comemorativa dos 60 anos de vida literária de Barroso da Fonte e que esteve inserida no programa da Câmara Municipal de Montalegre que rende homenagem aos 39 anos da "revolução dos cravos".
«INTERESSANTE E BRILHANTE»
Orlando Alves, vice presidente da Câmara Municipal de Montalegre, afirmou que a apresentação do livro foi «uma noite cultural, de letras, de literatura e consagração de um escritor já consagrado da nossa terra». É um barrosão que «nos brinda a todos com uma súmula daquilo que foi o seu percurso literário e jornalístico, ao longo de 60 anos». Nessa linha, lembrou «os contributos que deu em defesa das causas e dos casos que em que se empenha e acredita». Foi um momento «interessante e brilhante».
«60 ANOS DE CARREIRA»
O homenageado, Barroso da Fonte, mostrou-se «muito feliz com a apresentação do livro». Para além de contar com «a presença de muita gente jovem, foi uma honra estar aqui, um sítio que gosto muito, onde já estive várias vezes em sessões semelhantes». É um honra «ver mais um livro apresentado, numa data feliz: 60 anos de carreira». Não é um feito «fácil na vida de uma pessoa». Trata-se de uma obra que «aborda muitos casos e causas», apresentada «num dia sugestivo, 24 de Abril, rodeado de conterrâneos».
AUTORES
"60 Anos de Jornalismo de Causas e Casos" foi escrito por António Dias Vieira e João Pedro Miranda, filho de Barroso da Fonte. O primeiro recordou que «escrever esta obra ocupou-me bastante tempo, uma vez que nem todos os dias tinha a oportunidade de consultar os jornais, nem o próprio arquivo dispunha de todo o material». No entanto, e «atendendo à amizade duradoura, não podia deixar de dar esta colaboração». Lembrou à audiência que «Barroso da Fonte é um homem que Barroso deve estimar, porque não temos mais ninguém que o possa igualar». Para o descendente do jornalista, e também autor da obra, «foi um livro que deu muito gosto a fazer». João Pedro Miranda espera que «as pessoas gostem de ler, para ficarem a conhecer melhor a vida e obra de um barrosão, que gosta muito desta terra».
«CONTINUAR A DELICIAR
E ENRIQUECER»
Segundo a vereadora da educação, Fátima Fernandes, «sempre que assistimos à apresentação de um livro, é sempre um acontecimento muito importante». Trata-se de «uma memória que fica, não há nada que substitua um livro e este tem uma importância redobrada». Em primeiro lugar porque «se refere a uma das maiores figuras da cultura de Barroso». Fátima Fernandes definiu Barroso da Fonte como uma «personalidade que defendeu diferentes temas, de diferentes maneiras e que tem uma obra literária muito vasta». Assistir à apresentação de "60 Anos de Jornalismo de Causas e Casos" foi «muito gratificante, principalmente porque retrata um vida inteira». Fez votos que «continue ativo, para continuar a deliciar e enriquecer o público com as suas obras».
«ORGULHO»
David Teixeira, diretor do Ecomuseu de Barroso, referiu-se à noite como «um serão cultural». Os visitantes do “museu vivo” puderam «saborear um pouco de 60 anos de trabalho e história de uma das figuras incontornáveis da cultura do nosso Barroso». Barroso da Fonte é, «de facto, um homem de causas e casos, uma personalidade forte, sem medo de afirmar a sua opinião, independentemente de quem a apoie». É um «orgulho para o Ecomuseu lançar mais uma coletânea dos seus trabalhos e memórias».
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44