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Borralha - Mostra de Fotografia e Cinema Documental
09 Maio 2012
Teve lugar na Borralha, aldeia do concelho de Montalegre, uma "Mostra de Fotografia e Cinema Documental das Minas da Borralha". Tratou-se de um conjunto de documentários e projetos fotográficos realizados, em 2011, pelos alunos do mestrado na área, pela Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo (ESMAE), Instituto Politécnico do Porto (IPP). Esta iniciativa, que contou com o apoio da Câmara Municipal de Montalegre, Ecomuseu de Barroso e junta de freguesia de Salto, decorreu nas instalações da escola profissional da localidade e reuniu um público atento.
O sossego comum da Borralha, povoação do concelho de Montalegre, foi surpreendido com uma “Mostra de Fotografia e Cinema Documental”. O programa contou com apresentação de um conjunto de projetos fotográficos e documentários. A atividade aconteceu nas infraestruturas da escola profissional e é resultado de trabalhos realizados no ano passado, por alunos do mestrado em Fotografia e Cinema Documental da Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo (ESMAE), Instituto Politécnico do Porto (IPP). A ação teve o apoio da Câmara Municipal de Montalegre, Ecomuseu de Barroso e junta de freguesia de Salto.
«10 DIAS INTENSOS»
Patrícia Nogueira, aluna do mestrado em comunicação audiovisual, com especialização em cinema documental, partilha que, «depois de estudada a possibilidade de virmos para cá com a Câmara Municipal de Montalegre e o Ecomuseu de Barroso, um grupo de 18 alunos veio para cá desenvolver pesquisa e produzir». Ao todo, foram concebidos «três documentários e oito projetos fotográficos». Numa fase inicial «houve um período de pesquisa, onde cada aluno pesquisou as áreas que lhe poderiam interessar». Esses «10 dias foram intensos e correram muito bem». Nesse sentido, ressalva que «as pessoas foram muito simpáticas, acolheram-nos muito bem, foram muito prestáveis e tivemos muito apoio por parte de todos».
«NÃO PEDIMOS QUE GOSTEM,
MAS QUE SE IDENTIFIQUEM»
A deslocação à Borralha «teve como objetivo mostrar às pessoas que participaram connosco o trabalho desenvolvido», declara Patrícia Nogueira. Apesar de «já termos apresentado noutros locais e participado em festivais, a Borralha sempre foi o nosso objetivo». Reforça que «é muito importante que as pessoas que participam nos projetos se revejam neles». «Não pedimos que gostem, mas pelo menos que se identifiquem», remata.
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44