Teve lugar na Borralha, aldeia do concelho de Montalegre, uma "Mostra de Fotografia e Cinema Documental das Minas da Borralha". Tratou-se de um conjunto de documentários e projetos fotográficos realizados, em 2011, pelos alunos do mestrado na área, pela Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo (ESMAE), Instituto Politécnico do Porto (IPP). Esta iniciativa, que contou com o apoio da Câmara Municipal de Montalegre, Ecomuseu de Barroso e junta de freguesia de Salto, decorreu nas instalações da escola profissional da localidade e reuniu um público atento.
O sossego comum da Borralha, povoação do concelho de Montalegre, foi surpreendido com uma “Mostra de Fotografia e Cinema Documental”. O programa contou com apresentação de um conjunto de projetos fotográficos e documentários. A atividade aconteceu nas infraestruturas da escola profissional e é resultado de trabalhos realizados no ano passado, por alunos do mestrado em Fotografia e Cinema Documental da Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo (ESMAE), Instituto Politécnico do Porto (IPP). A ação teve o apoio da Câmara Municipal de Montalegre, Ecomuseu de Barroso e junta de freguesia de Salto.
«10 DIAS INTENSOS»
Patrícia Nogueira, aluna do mestrado em comunicação audiovisual, com especialização em cinema documental, partilha que, «depois de estudada a possibilidade de virmos para cá com a Câmara Municipal de Montalegre e o Ecomuseu de Barroso, um grupo de 18 alunos veio para cá desenvolver pesquisa e produzir». Ao todo, foram concebidos «três documentários e oito projetos fotográficos». Numa fase inicial «houve um período de pesquisa, onde cada aluno pesquisou as áreas que lhe poderiam interessar». Esses «10 dias foram intensos e correram muito bem». Nesse sentido, ressalva que «as pessoas foram muito simpáticas, acolheram-nos muito bem, foram muito prestáveis e tivemos muito apoio por parte de todos».
«NÃO PEDIMOS QUE GOSTEM,
MAS QUE SE IDENTIFIQUEM»
A deslocação à Borralha «teve como objetivo mostrar às pessoas que participaram connosco o trabalho desenvolvido», declara Patrícia Nogueira. Apesar de «já termos apresentado noutros locais e participado em festivais, a Borralha sempre foi o nosso objetivo». Reforça que «é muito importante que as pessoas que participam nos projetos se revejam neles». «Não pedimos que gostem, mas pelo menos que se identifiquem», remata.