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Certificação dos restaurantes do concelho
23 Abril 2018
O município de Montalegre acaba de lançar o processo de certificação dos restaurantes do concelho. Valorizar e promover produtos locais como o fumeiro, a batata e as carnes na gastronomia, é o objetivo deste processo. As unidades hoteleiras que obtenham esta certificação têm a possibilidade de apresentar, perante os clientes e o mercado turístico, um "selo de qualidade" e certificação controlada por uma entidade auditora externa e imparcial.
O referencial de certificação dos restaurantes do concelho de Montalegre pretende definir as regras para a certificação dos estabelecimentos da restauração (doravante designados por operadores) do concelho de Montalegre, tendo como objetivo principal a valorização e promoção dos produtos Montalegre (fumeiro, batata, couve e carnes) na gastronomia local. Para se tornarem certificados, pelo município de Montalegre, devem seguir um conjunto de normas estruturais, gastronómicas, legais e diferenciadoras. Para que nenhum estabelecimento seja excluído, todos partem de um patamar comum, cuja classificação pode aumentar de acordo com aquilo que o restaurante tem para oferecer, de acordo com o que se pretende ser um "manual de boas práticas" do bem servir em Montalegre. Os restaurantes que obtenham esta certificação têm a possibilidade de apresentar, perante os clientes e o mercado turístico, um "selo de qualidade" e certificação controlada por uma entidade auditora externa e imparcial. Esta condição confere-lhe maior credibilidade e notoriedade.
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CONTRAPARTIDAS DA CERTIFICAÇÃO
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A entidade gestora do processo de certificação garante a todos os estabelecimentos aderentes a divulgação e integração dos mesmos num roteiro gastronómico. Este roteiro será disponibilizado em vários formatos, sendo que, nesta era cada vez mais digital e tecnológica, constará numa aplicação disponível para os sistemas Android e iOS. Para além desta vantagem de promoção, é também assegurada a inserção de conteúdos sobre os restaurantes (informações, contactos, fotografias, ementas, eventos, entre outros) nas diferentes plataformas de informação do concelho de Montalegre: página web do município, página web do Ecomuseu de Barroso, plataformas da entidade de Turismo do Porto e Norte de Portugal, catálogos online, etc. Além de tudo isto, também está contemplada como contrapartida da certificação a integração dos restaurantes certificados nos eventos realizados pelo município.
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TEM A PALAVRA
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Orlando Alves | Presidente da Câmara de Montalegre
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«Queremos sensibilizar os empresários da restauração e hotelaria para a necessidade de valorizarmos a fileira dos produtos locais. Uma aposta para inscrever nas ementas para que possamos garantir ao cliente o consumo de produtos locais. Também é desta forma que trabalhamos a cadeia de sustentabilidade do território ajudando a que os que estão no inicio dessa fileira, no setor primário, que produzam os alimentos de que todos precisamos. Estamos a ajudar a desenvolver a atividade agrícola, com mais proventos e mais conforto».
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David Teixeira | Vice-presidente da Câmara de Montalegre
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«Este projeto é mais um passo na estratégia de valorização do património local que começou com a criação do Ecomuseu. Valorizamos a cultura, o território e agora estamos a fazer este esforço de valorização dos agentes locais. Chegou a vez da gastronomia e os restaurantes são os nossos parceiros essenciais. Não há eventos ou turismo sem gastronomia. É, também, pela boca que se cria um destino turístico. Num território que é reserva da biosfera e que acaba de receber um galardão da FAO, é essencial que a gastronomia acompanhe este crescimento para que todos os agentes sejam os melhores divulgadores da nossa identidade».
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Otelo Rodrigues | Ecomuseu de Barroso
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«O Ecomuseu vai gerir este projeto de categorização dos restaurantes no sentido de servirmos melhor quem nos visita e podermos perceber a utilização e o nível de consumo dos produtos locais. Tem que haver um ciclo e uma cadeia de lucro para todos e que deve começar no produtor, potencializando os nossos produtos de excelente qualidade. Este processo faz todo o sentido e mais vale tarde do que nunca».
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Alfredo Pereira | Técnico da Naturalfa (empresa de controlo e certificação de produtos)
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«O nosso papel é fazer a avaliação dos requisitos definidos pela gestora do referencial. Vamos fazer visitas aos restaurantes para verificarmos se estão a cumprir os requisitos definidos no regulamento. Com base nessa avaliação, será atribuída uma classificação que será comunicada nas diferentes plataformas».
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Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44