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Concelho | Sapadores florestais em formação
27 Fevereiro 2018
Iniciou no concelho de Montalegre o primeiro de um conjunto de cinco módulos de formação dirigido aos sapadores florestais. Ao todo são mais de 30 elementos espalhados por seis equipas: Salto, Fafião, Cabril, Outeiro, Covelães e Pitões das Júnias. A abertura dos trabalhos contou com a presença de várias entidades, entre elas o município de Montalegre, representado pelo vice-presidente, David Teixeira.
A sede do centro social de Covelães, concelho de Montalegre, acolheu a sessão de boas vindas do curso de formação "Segurança e saúde no trabalho florestal" (50 horas), dirigido a seis equipas de sapadores florestais do concelho. São 30 elementos espalhados pelas brigadas de Salto, Fafião, Cabril, Outeiro, Covelães e Pitões das Júnias. Esta iniciativa contou, pela primeira vez, com a dirigente máxima do Instituto de Emprego e Formação Profissional do Alto Tâmega (IEFP), Gisela Espírito Santo, acompanhada, entre outros, por Eduardo Carvalho, em nome do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) e pelo representante da autarquia, o vice-presidente David Teixeira. Um contingente de relevo forte que mostra o quão o município, através das diretrizes governamentais, está empenhado no combate à praga dos incêndios.
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TEM A PALAVRA
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David Teixeira | Vice-presidente da Câmara de Montalegre
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«Quisemos fazer esta formação em Covelães para se perceber a centralidade do Parque Nacional que durante anos a fio nunca a teve. Para mim, faz todo o sentido que esta formação seja feita em contexto de trabalho. É importante que os sapadores tenham conhecimento das mudanças que têm sido operadas na legislação. É importante que a saibam de modo a poderem transmitir a mensagem à população. O planalto da Mourela é um bom exemplo do excelente trabalho que tem sido feito. O número de ignições reduziu e a qualidade das pastagens aumentou. É esta a nossa missão. Os sapadores têm a responsabilidade de sensibilizar e de saber o que se passa. Para nós município, mais importante que o combate é a prevenção e saber fazer este trabalho de limpeza nos sítios mais prioritários. A obrigação legal é dos proprietários. Quem não fizer as limpezas, corre o risco, a partir de 15 de março, de ser multado. Os conselhos diretivos de baldios se tiverem terrenos à volta de um armazém ou de uma casa, também têm que limpar. O mesmo se passa com as juntas de freguesia, caso tenham mato em volta da casa de alguém».
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Gisela Espírito Santo | Diretora do Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto Tâmega
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«Em Montalegre sinto-me em casa. É um concelho que trago no coração porque é gente solidária. A escolha de Montalegre para iniciarmos este roteiro não foi por acaso. Vamos fazer formação direcionada para as equipas de sapadores florestais em toda a área de influência do Centro de Emprego e Formação Profissional do Alto Tâmega. Isto deve-se ao excelente trabalho que o próprio município de Montalegre tem feito nesta área da prevenção e do combate a este flagelo dos incêndios. Estamos disponíveis para o que Montalegre entender. Para responder, tal como o Governo, à descentralização. Parabéns ao trabalho de excelência que Montalegre tem feito».
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_x000D_ Eduardo Carvalho | Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF)
_x000D_ «Esta ação acontece no âmbito de um protocolo entre as entidades e as equipas. Esta formação é uma obrigatoriedade dessas instituições. Os elementos têm que ter formação na área da segurança no trabalho florestal. Foi muito interessante que esta formação ocorra nesta aldeia, dado que as equipas estão neste raio de ação. Tentamos promover esta formação conjunta para haver uma interação entre todos para evitarmos alguns constrangimentos de proximidade. Até ao final do mês de maio teremos os módulos concluídos. Prevê-se um ano com elevadas ocorrências e com pessoas preparadas. O resultado será diferente e muito mais eficaz».
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44