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Conselho Regional do Norte reuniu em Montalegre
Numa altura em que o Governo ultima com a Comissão Europeia os programas operacionais para o próximo período comunitário, que deverão entrar em funcionamento no segundo semestre de 2014, teve lugar em Montalegre uma reunião do Conselho Regional do Norte, órgão consultivo da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N). Este acontecimento juntou a representação de mais de 80 autarquias do Norte do país, bem como organizações sociais, económicas, ambientais e científicas representativas do tecido institucional da região. Para Orlando Alves, presidente da Câmara Municipal, esta «jornada de reflexão, onde foi apresentado o acordo de parceira e plasmadas as linhas mestras de orientação e financiamento das candidaturas que venham a ser promovidas, foi uma honra para Montalegre». Acolher esta iniciativa inédita «deixa-nos cheios de orgulho», partilhou o edil. Nessa linha, ressalvou que «vamos tentar implementar candidaturas que visem a fixação das pessoas para assim evitar a emigração e desenvolver territorialmente o país». Tendo em conta o panorama nacional, lembrou que «até aqui foi a época das obras», todavia «este documento diz, claramente, que as obras acabaram». Ciente da mudança acredita que é necessário «saber estruturar e implementar medidas que ajudem a economia», sem recurso «a máquinas a mexer e grandes edificações». Ato contínuo, revelou a «satisfação» que sente pela equipa que dirige no município estar, «desde o primeiro dia, a direcionar energias para a valorização do território e apoio à economia local com essas premissas».
«GRANDE ACORDO»
Emídio Gomes, presidente da CCDR-N, qualificou este encontro em Montalegre como «útil, interessante e tranquilo». Com o programa «submetido a Bruxelas», recordou que este é «ambicioso e que visa, claramente, o aumento da competitividade da nossa economia, no litoral e no interior». Tratam-se de medidas com notória «preocupação com o território e do conjunto da região». No balanço, assegurou que a principal conclusão retirada foi «um grande acordo para a política desenhada para os próximos anos». João Baptista, presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega, mencionou que «a conclusão que há a tirar é que temos que trabalhar de acordo com os programas e as indicações que temos, no sentido de fazermos um bom plano estratégico para angariarmos para a região aquilo que é necessário para as pessoas poderem viver melhor».