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Entrega de prémios da Taça Mundial de Parapente 2015
21 Julho 2015
A serra do Larouco, concelho de Montalegre, recebeu mais uma prova desportiva à escala mundial. Durante uma semana, o céu encheu-se de cor com cerca de centena e meia de pilotos, oriundos de 25 países, que participaram na prova da Taça do Mundo de Parapente. Uma rotina diferente que «deixa saudade» considerou, David Teixeira, vice-presidente da Câmara Municipal de Montalegre.
Depois do Campeonato Nacional de Parapente realizado na semana anterior, a serra do Larouco, um dos palcos mais privilegiados para a modalidade, recebeu mais uma prova da Taça do Mundo. Os participantes foram notados em vários pontos do concelho, conferindo um colorido diferente no céu de Barroso que muitos fizeram questão de contemplar.
«MONTALEGRE FOI O CENTRO O MUNDO»
A cerimónia de entrega de prémios decorreu numa unidade hoteleira da vila e foi abrilhantada pela tradicional "queimada" esconjurada pelo conhecido padre Fontes. Em representação do município esteve o vice-presidente David Teixeira que afirmou que «Montalegre foi o centro do Mundo» através de imagens, vídeos e pela visita da comunicação social a «um cantinho do país barrosão que tem condições soberbas para esta prática desportiva e uma paisagem natural inconfundível». O autarca felicitou os parceiros da organização «que sempre apoiaram e defenderam a serra do Larouco». No mesmo sentido, fez questão de agradecer os funcionários da autarquia que «durante estes dias não discutiram horários e fizeram parte desta grande equipa» lembrando, também, o diretor de prova, Fernando Amaral, «que desde 2003 está no desenho técnico das provas». Dias intensos, dos quais resultaram milhares de imagens e muitas horas de vídeo que «vão levar este território a quem quiser descobrir um sítio onde a natureza ainda é rainha», declarou David Teixeira. Explicou ainda que foi «uma dinâmica aproveitada pela economia local» que faz parte da «estratégia de promoção e desenvolvimento do concelho». Em desafio, lançou a possibilidade de se fazer «uma competição que reúna as modalidades de parapente e kitesurf, de forma a aproveitar as potencialidades das barragens», concluiu o vice-presidente da autarquia.
SUCESSO DO EVENTO
Em nome da organização, Samuel Lopes, da Wind (Centro de Atividades de Montanha), coordenador geral da prova, felicitou todas as entidades envolvidas que «promoveram um trabalho conjunto, ditando o sucesso de um evento que não poderia ter corrido melhor, sem incidentes graves a registar». Na mesma linha considerou que «Montalegre é excecional, dá-nos muita paz de espírito, com um povo acolhedor que nos faz sentir em casa e por isso queremos continuar».
CINCO MANGAS EM SETE DIAS
Na elaboração dos desenhos técnicos de prova esteve Fernando Amaral que se mostrou satisfeito pela realização de cinco mangas em sete dias, o que é um «resultado acima da média» com dias «muito competitivos» e «com 100 pilotos a chegar à meta, metade deles em cinco minutos» para euforia de todos os participantes que levaram uma imagem muito positiva da serra do Larouco.
Por sua vez, em nome do Clube Papaventos, José Manuel Arantes, fez balanço positivo referindo que a realização de cinco mangas em sete dias de prova «é um feito difícil de se conseguir a nível europeu».
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44