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'Espaço do Cidadão' inaugurado em Salto
26 Julho 2014
No âmbito da abertura da "Semana do Barrosão", o Ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, inaugurou, em Salto, o "Espaço do Cidadão". Instalado no Ecomuseu de Barroso – Casa do Capitão, este é o primeiro balcão de Trás-os-Montes. Orlando Alves, presidente da Câmara Municipal de Montalegre, afirmou que «este foi o dia da adesão do povo de Barroso às correntes da modernidade que as novas tecnologias permitem».
Salto, vila do concelho de Montalegre, tem agora ao serviço da comunidade um "Espaço do Cidadão". Este, o primeiro balcão de Trás-os-Montes, foi inaugurado na abertura da "Semana do Barrosão". Fixado no Ecomuseu de Barroso – Casa do Capitão, trata-se de «uma estrutura descentralizada de prestação de serviços, de atendimento digital aos cidadãos e às empresas, que qualifica o território e facilita a vida de todos nós», assegurou Orlando Alves, presidente da Câmara Municipal. Nesse sentido, reforçou que «este é o dia da adesão do povo de Barroso às correntes da modernidade que as novas tecnologias permitem». Com esta estrutura, Montalegre «posiciona-se no topo dos territórios envolvidos numa rede de lojas em sistema de balcão multisserviços integrados e de elevada especialização que Agência de Modernização Administrativa (AMA) desenvolve e gere».
ATÉ 2015 VÃO EXISTIR
1000 ESPAÇOS DO CIDADÃO
Miguel Poiares Maduro, Ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, inaugurou este serviço. Para o político, o "Espaço do Cidadão" em Salto «mostra que esta nova estratégia que estamos a desenvolver em matéria de serviços de atendimento da administração pública vai trazer mais proximidade». Ato contínuo, acrescentou que «até 2015, contamos ter abertos mais de 1000 espaços similares». Ciente da realidade, recordou que «em Salto não havia nenhuma forma das pessoas tratarem dos seus assuntos com a administração pública e que essa realidade muda com a inauguração deste espaço no Ecomuseu de Barroso». Grato pela hospitalidade, referiu que «Montalegre tem terras extremamente belas» e que é sempre «bem recebido». Esse facto é «muito importante para um membro do governo», pois só assim é possível «ter contacto com o país real, conhecer a realidade do território onde as nossas políticas vão ter impacto». Miguel Poiares Maduro revelou que foi «compensador chegar a Salto e ver as pessoas felizes por poderem beneficiar de serviços que não estavam ao seu alcance». Nessa linha, acredita que «é esse sentimento que dá sentido às funções governativas».
ENTREVISTA A ORLANDO ALVES, PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE MONTALEGRE
Como aparece este investimento na vila de Salto?
Resulta da implementação de um protocolo que a Câmara Municipal de Montalegre estabeleceu com a Agência para a Modernização Administrativa (AMA). É uma mini loja do cidadão que se instala em Salto, um balcão com multisserviços, direcionados para as necessidades que as pessoas têm permanentemente de se dirigir a gabinetes de administração pública, muitas vezes sediados longe de nós.
Que importância pode ter o "Espaço do Cidadão"?
Estamos perante um serviço moderno, que qualifica o nosso território, a autarquia de Montalegre e a Junta de Freguesia de Salto. É um serviço que vai permitir que as pessoas, que tenham necessidade de se relacionar com a administração central ou pública, possam fazer pagamentos ou adquirir certidões. Agora isto pode ser realizado nos serviços do balcão que vai estar instalado no Ecomuseu de Barroso, em Salto.
Vai haver algo do género em Montalegre?
No protocolo que temos com a Agência para a Modernização Administrativa, uma dependência do Secretário de Estado da Modernização Administrativa, consta, também, um segundo balcão de atendimento, que será instalado no edifício dos Paços do Concelho. Em Montalegre devemos ter um "Espaço do Cidadão" lá mais para o fim do ano. Ainda é necessário fazer obras no edifício.
Uma aposta virada para os tempos que correm...
É verdade! Com isto dá-se um sinal de modernidade. Um sinal de saber estar e do acompanhamento das novas tecnologias que permitem que hoje as pessoas, de uma forma mais confortável, mais cómoda e mais barata, possam adquirir documentos e elementos que sejam necessários para o seu dia-a-dia.
É verdade! Com isto dá-se um sinal de modernidade. Um sinal de saber estar e do acompanhamento das novas tecnologias que permitem que hoje as pessoas, de uma forma mais confortável, mais cómoda e mais barata, possam adquirir documentos e elementos que sejam necessários para o seu dia-a-dia.
É uma vitória da Câmara de Montalegre?
Eu não considero isto uma vitória da Câmara Municipal. Trata-se, apenas, de uma postura racional de adesão a um serviço que qualifica o território e as pessoas. É o futuro que está em causa e é o futuro que temos que agarrar já!
Há algum serviço público que esteja em risco de encerrar?
Neste momento não há, no nosso espaço territorial, qualquer serviço que esteja sobre ameaça: nem as Finanças, nem o Tribunal. É com satisfação que vemos que há aqui a instalação de um serviço que vai criar novas formas de relacionamento dos cidadãos com a administração pública e que vai tornar essa forma de relacionamento muito mais barata. Num período de vida difícil, como todos atravessamos, estas coisas têm que ser tidas em conta. O Mundo está, permanentemente, em mudança. As coisas nunca mais vão ser o que eram. Nós temos que abraçar a mudança, aquela que qualifica as pessoas e o território.
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44