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Feira do Fumeiro (25 Anos) - Reunião entre Organização e Produtores
10 Dezembro 2015
No encontro que antecede a edição das bodas de prata da "rainha do fumeiro", que acontece de 21 a 24 de janeiro próximo, organização e produtores acertaram algumas linhas de orientação que permitirão manter o sucesso do evento. A reunião contou também com os esclarecimentos de dois técnicos da Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) sobre legislação em vigor.
Decorreu no pavilhão multiusos de Montalegre a habitual reunião entre a organização e os produtores da próxima edição da Feira do Fumeiro e Presunto de Barroso. Atentos às indicações dos membros da organização - Câmara Municipal de Montalegre e Associação dos Produtores de Fumeiro da Terra Fria Barrosã - os produtores deixaram o compromisso de continuarem no caminho do rigor na confeção e tratamento dos produtos.
«QUALIDADE ASSEGURADA»
Apelando, também, a um tratamento de excelência no atendimento ao cliente, David Teixeira, vice-presidente da Câmara Municipal de Montalegre, referiu que estamos perante «um momento, em que todos juntos, ainda podemos fazer alterações de forma a valorizar a nossa organização». No mesmo sentido, salientou os 25 anos deste certame que «afirmaram Montalegre como um local de produção de qualidade» sendo «a fileira que mais rentabilidade pode trazer, permitindo a fixação de jovens no nosso concelho». Segundo o autarca, cumprir a legislação em vigor é uma forma de «dizer ao consumidor que o nosso produto tem qualidade assegurada».
«VAMOS TER UMA GRANDE FEIRA»
Por sua vez, em nome da Associação dos Produtores de Fumeiro da Terra Fria Barrosã, o presidente e também um dos maiores produtores, Boaventura Moura, garante a segurança do fumeiro do concelho: «anda por aí um "terrorismo jornalístico" sem fundamento. Os únicos conservantes presentes nos nossos produtos são o sal, o vinho e o alho».
Domingos Moura, veterinário municipal do concelho e responsável pela comissão de controlo de qualidade do certame, voltou a alertar para «a higiene, a apresentação e a embalagem dos artigos de forma a manter a fidelização dos clientes».
A legislação em vigor foi tema nesta reunião, sobretudo no que diz respeito ao licenciamento de novos produtores. Oportunidade para «clarificar algumas questões relacionadas com a rotulagem dos produtos para quem vende diretamente ao consumidor final», explicou Patrícia Inácio, diretora dos serviços de segurança alimentar da Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV). O objetivo passou por «tranquilizar os produtores barrosões», garantiu a responsável.
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44