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Festival do Castanho - Até 12 Novembro
22 Agosto 2011
Teve início, na sede do Ecomuseu de Barroso, o arranque da terceira edição do Festival do Castanho. Pelo segundo ano em terras de Barroso, admiradores do castanho encontram-se para divulgar, promover e ensinar várias artes. Até 12 de Novembro é possível assistir a um conjunto diverso de atividades, tais como "oficinas", concertos, exposições e teatro.
Até 12 de Novembro realiza-se a terceira edição do Festival do Castanho, evento promovido pela Câmara Municipal de Montalegre através do Ecomuseu de Barroso.
No abrir de portas a este acontecimento estiveram elementos da organização: Sabine Portela, Peter Pick, Maria Carvalho e José Teixeira. Orlando Alves, vice-presidente do município de Montalegre, marcou presença numa cerimónia marcada pela informalidade.
OFICINAS ABERTAS
À COMUNIDADE
À COMUNIDADE
Maria Carvalho explicou que se trata de um «ponto de encontro entre amigos, ligados à arte, cuja temática é a cor castanho, revista nas várias artes». Ao longo de vários dias estão em curso distintas ofertas, tais como oficinas que «vão estar abertas a todos os interessados, para fazerem experiências com diversos materiais e técnicas, sem qualquer encargo», lembra José Teixeira, um dos rostos desta aposta.
DESAFIO À ARTE
Em nome do município de Montalegre, Orlando Alves deixou um desafio claro à plateia: urge trocar experiências e sensibilidades no modo como o homem observa a natureza. Neste particular, o autarca vincou: «este festival decorre até ao São Martinho, como tal eu desafiava os artistas presentes, e nós podemos arranjar uma forma de vocês chegarem lá, a confrontarem esta realidade. Há outros artistas, adeptos de outras causas também nobres, que estão neste momento no nosso concelho, num tributo e numa homenagem ao castanho porque é à mãe natureza, onde vivem livres de quaisquer preconceitos, vivem dias de liberdade intensa, no conhecido encontro Rainbow European Gathering (a decorrer na freguesia de Salto). Também são artistas e dedicam-se a atividades culturais. Ali está muita arte e muita sensibilidade».
«MOMENTO DE EXPRESSÃO
E CRIATIVIDADE»
David Teixeira, diretor do Ecomuseu de Barroso, admite que «para nós não é tão importante o número de pessoas que vai passar no espaço do Ecomuseu, durante este tempo, mas sobretudo o que as pessoas que vão passar vão fazer».
Para esta casa de memórias vivas do Barroso «é criar mais um momento de expressão e criatividade», afirma o diretor. O mesmo recorda que «o Ecomuseu ao criar o Centro de Estudos do Barroso era esse o objetivo que tinha em mente: que os barrosões e todos os que nos visitam ganhem capacidades de expressão, liberdade e principalmente a capacidade de questionar a arte de fazer arte».
OFICINAS - FESTIVAL DO CASTANHO (Horários)
- Pasta de Papel – todos os dias a partir das 10h
- Joalharia – 3ª/ 4ª/ 5ª feira – das 16h às 18h
- Cerâmica - 3ª/ 4ª/ 5ª feira – das 10h às 12h
- Dança/Teatro - 4ª/ 5ª feira – das 10h às 12h e das 14h às 16h
- Intervenção – 6ª feira a partir das 14h – livre a quem quiser participar
- Culinária (bolo de mel) – 3ª – 16h
- Gravura – todos os dias a partir das 10h
- Joalharia – 3ª/ 4ª/ 5ª feira – das 16h às 18h
- Cerâmica - 3ª/ 4ª/ 5ª feira – das 10h às 12h
- Dança/Teatro - 4ª/ 5ª feira – das 10h às 12h e das 14h às 16h
- Intervenção – 6ª feira a partir das 14h – livre a quem quiser participar
- Culinária (bolo de mel) – 3ª – 16h
- Gravura – todos os dias a partir das 10h
Nota: As outras oficinas já estão preenchidas (consultar lista anexa)
CONTACTOS:
Recorde AQUI a edição anterior do Festival do Castanho
Reportagem TV BARROSO
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44