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'Margens do Cávado II' - Trabalhos
10 Setembro 2013
Orçados em mais de 600 mil euros, os trabalhos das "Margens do Cávado II", Montalegre, decorrem em bom ritmo. Recorde-se que falamos de uma obra que nasce à luz de um protocolo estabelecido entre a autarquia e a EDP que irá beneficiar obras no concelho no valor de um milhão e meio de euros. Para este investimento estão canalizados 300 mil. O restante valor sai dos cofres do município.
Tal como noticiámos com oportunidade, prosseguem os trabalhos nas margens do Cávado, Montalegre, empreitada que completa uma outra, realizada ao lado, e que irá conferir ao espaço uma mancha de rara beleza numa das principais zonas da vila de Montalegre. Falamos das obras nas Margens do Cávado II que dão sequência a uma série de trabalhos já realizados em terreno anexo.
Um espaço que promete ser dos mais concorridos e que é explicado, desta forma, pelo presidente da Câmara Municipal de Montalegre: «vamos fazer aqui uma intervenção que vai contemplar a beneficiação da ponte da pedra. Vai ser consolidada a ponte. Vai manter a mesma estrutura, mas vai ser toda refundada. A ponte tem um segundo arco, para além deste arco grande que se vê, que foi descoberto com as obras. Vamos descobrir esse arco e pô-lo visível. Vai ter zona de estacionamento e uma nova ponte pedonal em cima do açude existente. Para além da ponte, vamos ter aqui um canal de restituição que vai levar a água do açude a esse arco. Os muros vão ser intervencionados. O rio vai ser murado de um lado e de outro, da ponte até ao moinho do Cinzas. Esta zona vai ser toda arranjada, tudo urbanizado. Leva passeios, semelhantes à parte de baixo da ponte. Tudo relvado, arborizado e é reformulada esta zona aqui do bar. Vai ter um bar mais bonito, em aço e um bocadinho de granito e vidro, com uma esplanada muito bonita».
Sempre no tom que o carateriza, o presidente da Câmara reforçou a explicação: «o rio vai ser mais limpo e vai ter uma intervenção para manter o equilíbrio que permita ter um espelho de água decente, mas sem causar problemas ambientais e ecológicos no rio. Este vai ter que funcionar obrigatoriamente, até por imposição do domínio hídrico. Vai ter que funcionar também como recurso hídrico e pista de pesca. Vamos ter aqui uma área mais alargada de intervenção ambiental e de parque urbano da vila».
Sempre no tom que o carateriza, o presidente da Câmara reforçou a explicação: «o rio vai ser mais limpo e vai ter uma intervenção para manter o equilíbrio que permita ter um espelho de água decente, mas sem causar problemas ambientais e ecológicos no rio. Este vai ter que funcionar obrigatoriamente, até por imposição do domínio hídrico. Vai ter que funcionar também como recurso hídrico e pista de pesca. Vamos ter aqui uma área mais alargada de intervenção ambiental e de parque urbano da vila».
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44