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Montalegre adere à 'Rede das Casas de Conhecimento'
25 Novembro 2014
O município de Montalegre passa a fazer parte da "Rede das Casas de Conhecimento", cujo fim passa por «dinamizar a sociedade do conhecimento e inovação na região Norte. Ao todo são agora nove autarquias espalhadas por quatro distritos do Norte do país. Na cerimónia de assinatura realizada em Vila Verde (Braga), em representação do concelho, esteve o vice-presidente do município, David Teixeira, que deixou o desejo que esta ideia sirva «para fazer encontrar pessoas e não apenas tecnologia».
O salão nobre dos Paços do Concelho de Vila Verde, Braga, testemunhou a adesão do município de Montalegre à "Rede das Casas de Conhecimento", projeto iniciado pela mão da Câmara Municipal de Vila Verde, em parceria com a Universidade do Minho, e que tem como principal objetivo «dinamizar a sociedade do conhecimento e inovação na região Norte» - neste momento integra já um total de nove municípios - os quais vêm nesta plataforma «uma oportunidade para promover os seus territórios nacional e internacionalmente».
O vice-presidente da Câmara de Montalegre, David Teixeira, representou o concelho de Montalegre numa cerimónia na qual marcaram presença outras entidades. A saber: Presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, António Vilela, na qualidade de anfitrião e parceiro funcional; Emídio Gomes, presidente da CCDR-N; António Cunha, reitor da Universidade do Minho, Presidente da Administração e Administrador Associação CCG/ZGDV – Centro de Computação Gráfica, Luís do Amaral e Jorge Santos; Presidente da Câmara Municipal de Boticas, Fernando Queiroga; vice-presidente da Câmara Municipal de Fafe, Pompeu Martins; Presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura, Vítor Pereira; Presidente da Câmara Municipal de Ponte da Barca, António Vassalo Abreu; Presidente da Câmara Municipal da Trofa, Sérgio Humberto; Presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, António Cardoso, entre outras entidades concelhias, distritais e regionais.
COMUNICAR MAIS DE PERTO
Na cerimónia de adesão dos novos membros a esta rede - para além de Montalegre, também aderiram os municípios de Ponte da Barca e Trofa - o presidente do município de Vila Verde, António Vilela, sublinhou que este projeto das Casas de Conhecimento visa, por um lado, «tornar mais acessíveis as novas tecnologias de informação e comunicação às populações que não as utilizam ainda», mas também «capacitar os mais jovens para uma nova forma de estar e de projetar o seu futuro numa lógica de rede». O autarca minhoto, no papel de anfitrião, referiu ainda: «com a adesão de mais três municípios a esta "Rede das Casas de Conhecimento" passam a ser nove os municípios que a integram, abrangendo um total de quatro distritos da região Norte - que é precisamente o território onde queremos promover o conhecimento e combater a info-exclusão».
Na cerimónia de adesão dos novos membros a esta rede - para além de Montalegre, também aderiram os municípios de Ponte da Barca e Trofa - o presidente do município de Vila Verde, António Vilela, sublinhou que este projeto das Casas de Conhecimento visa, por um lado, «tornar mais acessíveis as novas tecnologias de informação e comunicação às populações que não as utilizam ainda», mas também «capacitar os mais jovens para uma nova forma de estar e de projetar o seu futuro numa lógica de rede». O autarca minhoto, no papel de anfitrião, referiu ainda: «com a adesão de mais três municípios a esta "Rede das Casas de Conhecimento" passam a ser nove os municípios que a integram, abrangendo um total de quatro distritos da região Norte - que é precisamente o território onde queremos promover o conhecimento e combater a info-exclusão».
Por outro lado, destaque para as palavras do reitor da Universidade do Minho, António Cunha, ao afirmar que estamos perante «um projeto que é exigente, mas que é extremamente importante para a Universidade do Minho pois abre novas dimensões de concretização da universidade, que não é só um local onde se aprende, ensina e investiga, mas que está intimamente ligado ao território». António Cunha referiu, por outro lado, o facto de «este ser um projeto que vai permitir, às autarquias que o integram, a concretização das suas estratégias numa rede que só lhes traz benefícios, pois funcionará numa lógica de partilha de experiências e de desenvolvimento integrado e promotor de coesão».
HUMANIZAR O PROJETO
David Teixeira, em nome do município de Montalegre, lançou o desafio para que este projeto sirva «para fazer encontrar pessoas e não apenas tecnologia». A ideia passa, sublinhou o vice-presidente da Câmara de Montalegre, por «humanizar» um projeto que encontra no concelho "símbolos" que servem para estreitar relações com os cidadãos. É disso exemplo, explicou o autarca, «o Espaço do Cidadão, o balcão único do município, o Ecomuseu de Barroso e o programa "(Co) Empreende", de apoio às iniciativas empresariais locais» com vista ao aproveitamento dos recursos e oportunidades do território.
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44