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'Padre Fontes - Um dos grandes de Trás-os-Montes'
28 Agosto 2013
Está patente, na sede do Ecomuseu de Barroso, Montalegre, uma exposição intitulada "Padre Fontes - Um dos grandes de Trás-os-Montes". Da autoria do jovem barrosão Paulo Reis Santos, o espaço tem para apresentar "Padre Fontes ®", uma marca nacional que pretende assumir-se como «elemento âncora de estratégia, desenvolvimento, promoção e dinamização da cultura da região de Barroso». A exposição pode ser vista até 17 de Setembro.
No dia que recebeu uma nova homenagem, o padre Fontes foi o protagonista de uma exposição concebida por um jovem natural do concelho, Paulo Reis Santos. Com o nome "Padre Fontes - Um dos grandes de Trás-os-Montes", o espaço pode ser visto até 17 de Setembro na sede do Ecomuseu de Barroso, Montalegre. Criada em 2013, “Padre Fontes ®”, pretende assumir-se como uma marca nacional, cuja «ideia é associar o nome do padre Fontes a produtos da região de Trás os Montes, com preferencial seleção de produtos de Barroso». Paulo Reis Santos, mentor deste conceito, explicou que «o produto que saiu em primeira linha foi o vinho, proveniente de uma região que tem ligações históricas com Barroso: a terra quente». Esta primazia ocorreu «porque o vinho, comercialmente, tem uma dimensão que, infelizmente, os produtos da região de Barroso ainda não têm, mas que podem ter».
VINHO E MEL
O vinho da marca “Padre Fontes ®” «é de Denominação de Origem Controlada (DOC), de Trás os Montes ». Proveniente de «castas antigas, das encostas entre a zona de Mirandela e Valpaços, trata-se de um néctar tinto, maduro, com características afrutadas e 13,5 graus». É «um bom complemento de carne e sabe melhor consumido em terras frias», assegurou Paulo Reis Santos. É «um produto que tem conotação simbólica com a religião, também com associação ao nome do padre». São «muitos os que já o têm denominado como “o cálice” do povo», frisou. A par desta mercadoria, o jovem barrosão tem também disponível com a marca que fundou, o mel.
MODA
Inovador, Paulo Reis Santos não esconde o interesse pela moda e confeção. Nessa linha, apresenta, também, alguns produtos têxteis da própria autoria. É o caso de «um casaco que surge com cores irreverentes que, evidentemente, não irá agradar a todos pelo arrojo», referiu. No entanto, «destaca-se da maior parte dos casacos masculinos, porque são predominantemente em tons mais escuros». Foi uma forma de «caraterizar o padre Fontes, porque ele é, exatamente, o reflexo da peça: uma pessoa diferente». Esta peça está associada «a um complemento de burel, uma capa original feita à mão, com a verdadeira matéria prima». Este conjunto é uma «alusão à personalidade barrosã, com um exterior mais rude, a capa de burel, mas cheia de encanto e novidade por dentro».
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44