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'portoenorte.come' sugere Montalegre
04 Fevereiro 2010
O projecto "portoenorte.come", lançado pelo Turismo do Porto e Norte de Portugal, sugere este fim de semana (6 e 7 Fevereiro) Montalegre como destino gastronómico. Ao todo os "fins-de-semana gastronómicos" envolvem mais de 600 restaurantes da região do Porto e Norte de Portugal tendo como objectivo «promover um prato e uma sobremesa típicas de cada um dos 60 municípios aderentes. Em Montalegre o destaque vai para o cozido à barrosã e o doce de abóbora e queijo.
O município de Montalegre é destino gastronómico este fim de semana, 6 e 7 de Fevereiro, no projecto portoenorte.come, marca em torno da qual está a ser dinamizado o produto estratégico Gastronomia e Vinhos em toda a região. Uma das principais acções dinamizadas sob esta nova marca são os “Fins-de-semana Gastronómicos”, que «replicam e capitalizam a experiência de sucesso dos Domingos Gastronómicos, promovidos desde 1992 pela extinta Região de Turismo do Alto Minho, dando a conhecer uma vertente contemporânea dos pratos típicos da região Norte».
COZIDO À BARROSÃ
DOCE DE ABÓBORA E QUEIJO
O afamado cozido à barrosã e o doce de abóbora e queijo são as "seduções" que Montalegre oferece. Dois trunfos que prometem arrastar à capital do Barroso centenas de pessoas nos vários restaurantes aderentes (consultar lista no ficheiro anexo).
Referir ainda que também sob a marca “portoenorte.come” irá realizar-se a primeira edição do Congresso Internacional de Gastronomia e Vinhos do Porto e Norte de Portugal, bem como a primeira Feira de Gastronomia e Vinhos a Norte, eventos agendados para o próximo mês de Maio na Alfândega do Porto.
«Os restos de comida familiar, completados com a verdura da horta, o milho, as landras de carvalho, o centeio cozido, a batata cozida ou crua e o farelo são a base de engorda do porco que depois de morto é talho diário das gentes do Barroso.
As chouriças, os salpicões e as sangueiras, perfumadas com a sorça caseira, as alheiras e o presunto, este depois de cerca de 15 dias de sal, são fumados na grande fuga ou chaminé da cozinha, com o fumo da lenha de carvalho e urze. Depois, enquanto o presunto vai para a adega acabar de secar e apaladar, os enchidos saem do fumo e acabam de secar ao ar quente e seco da cozinha.
São estes pitéus, à excepção das alheiras, que acompanhados da boa vitela do Barroso, da galinha caseira, do pernil velho, da orelheira e do peito e pé do porco, que vão a cozer com as batatas, as cenouras, as couves e o feijão vermelho, em potes de ferro, reluzentes que nem prata, para nos darem o COZIDO À BARROSÃ".
Coberta de alvo linho, a mesa mostra-nos as travessas cheias, salpicadas de cores que, saídas dos potes, fumegam e enchem os olhos e fazem crescer água na boca.
É assim que o empenho dos produtores e a vaidade das cozinheiras nos dão um prato que pode ter imitações, mas só aqui, por tudo isto, pelo frio e pela água do Barroso em que tudo é cozido, é autêntico».
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44