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Queima do Judas 2012
10 Abril 2012
Montalegre voltou a ser palco de mais uma “Queima dos Judas”, promovida pela Câmara Municipal. Como manda a tradição, os bonecos, na sua maioria constituídos por palha, foram queimados junto ao castelo. Uma mostra que contou com mais de 20 “judas” realizados por pessoas agrupadas por bairros, instituições ou associações do concelho.
Voltou a ser cumprido o costume de queimar os “judas” em Montalegre, «tradição popular que o município de Montalegre acarinha e apoia», refere Orlando Alves, vice-presidente da autarquia. É uma «outra forma de celebrar a época festiva, de honrar o lado virtuoso e nobre do homem que está sempre pronto a reconhecer o mal e a combatê-lo». Neste caso, «o mal é simbolizado na figura traidora do judas, que merece ser castigado», explica. Nessa linha, oriundos de pessoas agrupadas por bairros, instituições ou associações do concelho surgiram mais de 20 bonecos de palha, que foram queimados nas imediações do castelo.
«SENÃO»
Da diligência fica a reter a «nota negativa» e um «pequeno, grande senão» decorrido durante a “queima do Judas”. Num dos “judas” «foram colocados explosivos» e desse acontecimento resultou «o ferimento de pessoas», afirma Orlando Alves. Felizmente, «não teve consequências mais gravosas», contudo, lamenta que «haja pessoas que não saibam cumprir a tradição» e que, desta forma, «não faz sentido estarmos a celebrar nada». Estes momentos devem ser marcados pelo «espírito de colaboração e participação», com a «satisfação do dever cumprido». Ato contínuo, reforça que «é de pesar que haja pessoas a aproveitarem-se destas manifestações para, cobardemente, ensaiarem protagonismos que são perfeitamente desnecessários», conclui.
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Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44