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Rede de Bibliotecas do Norte reuniu em Montalegre
21 Fevereiro 2013
Recentemente criada, a RBN - Rede de Bibliotecas do Norte - reuniu no auditório da biblioteca municipal com o fim de criar uma maior proximidade entre as nove estruturas existentes (Montalegre, Fafe, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Mondim de Basto, Ribeira de Pena, Vieira do Minho, Paredes e Penafiel). A ideia é cativar outras para reforçar a dimensão deste projeto.
Fátima Fernandes, vereadora da educação da Câmara Municipal de Montalegre, apadrinhou a reunião de trabalho da recém criada Rede de Bibliotecas do Norte (RBN), feita nas instalações da biblioteca barrosã. Falamos de um projeto que existe desde Junho do ano passado e que, até ao momento, conta com a adesão de nove bibliotecas municipais. Além da anfitriã deste encontro, fazem parte as estruturas de Fafe, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Mondim de Basto, Ribeira de Pena, Vieira do Minho, Paredes e Penafiel. Se as previsões forem confirmadas, dentro de dois anos podem ser o dobro, avança José Carlos Sousa, atual presidente da Rede de Bibliotecas do Norte.
«REDE EM EXPANSÃO»
Para o também diretor do Centro de Formação de Basto «esta rede, que tem nove concelhos, implica partilha de ideias, de recursos e criar algumas funcionalidades», nomeadamente, «um catálogo coletivo». Isto significa, por exemplo, «que vós em Montalegre tenhais acesso ao que existe na biblioteca de Penafiel. Passam a existir «outros recursos culturais», vinca. José Carlos Sousa acredita que «estamos a falar de uma rede que está em expansão». Neste momento «tem nove municípios mas dentro de dois anos penso que duplicará». Para este responsável «começará a afirmar-se mesmo como Norte. Não será todo o Norte mas será um numero significativo de municípios a aderir a este projeto», afiança.
«RENTABILIZAR RECURSOS»
Em nome do município de Montalegre, Fátima Fernandes sublinhou que «fazemos parte de um grupo de nove bibliotecas municipais que criaram esta rede. Temos muito prazer em receber os técnicos das outras autarquias na certeza que vão fazer um ótimo trabalho». Para a vereadora da educação da Câmara Municipal de Montalegre, «nos tempos que correm, é importante rentabilizar e partilhar recursos porque todos vamos sair mais ricos». A autarca esclarece que «o espírito desta rede é mesmo isto: não só partilhar os catálogos de cada uma das bibliotecas mas também as atividades, as ideias, os projetos».
«ENCONTRO PRODUTIVO»
Visivelmente satisfeita, Gorete Afonso, responsável pela biblioteca municipal de Montalegre, destacou «a boa adesão de todos os colegas». Em síntese, foi «um encontro produtivo». Para a técnica barrosã, o trabalho deste projeto deixa-a «contente por tudo aquilo que temos vindo a desenvolver». É o materializar «de tudo aquilo que sempre defendemos», advoga. Gorete Afonso lembra que «já costumamos fazer este trabalho em casa, que é trabalhar em rede e em parceria, intramuros, com as diferentes instituições. Este é mais um dos projetos que nós temos, isto é, fazer em rede mas fora de muros, com outros concelhos vizinhos». A rematar, o rosto mais visível da biblioteca de Montalegre deixou estas palavras: «isto é um processo de aprendizagem. Todas as bibliotecas têm dinâmicas e ritmos diferentes. Umas com mais "know how" numa área, outras em outras áreas, e este trabalho de partilha vai permitir crescermos todos e podermos cruzar as nossas experiências e buscar as boas práticas onde elas existam e, dessa forma, colmatar eventuais falhas».
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44