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'Reflorestar Montalegre' (Quinta da Veiga)
30 Novembro 2012
Apesar da fraca participação da população, a iniciativa "Reflorestar Montalegre" reuniu alguns generosos cidadãos que, imbuídos de espírito altruísta, plantaram cerca de uma centena de árvores na Quinta da Veiga. A iniciativa, organizada pelos Ecomuseu e Gabinete Técnico Florestal da Câmara de Montalegre, em parceria com a AMO Portugal, esteve enquadrada na celebração do dia da floresta autóctone.
O desafio foi lançado à população mas não teve eco. Aliado a este dado, o mau tempo. Apesar deste quadro, alguns voluntários participaram na campanha "Reflorestar Montalegre" que envolveu o Ecomuseu de Barroso e o Gabinete Técnico Florestal da Câmara de Montalegre, unidos à Associação Mãos à Obra Portugal (AMO Portugal). A concentração deu-se nas instalações do Ecomuseu de Barroso. A comitiva viajou depois para a Quinta da Veiga, área gigantesca situada na zona envolvente à vila de Montalegre. Num terreno agrícola, previamente preparado, foram plantadas cerca de 100 árvores autóctones, entre elas o freixo, a cerejeira brava e o azereiro.
POUCA PARTICIPAÇÃO
Luís Francisco, responsável pelo Gabinete Técnico Florestal da Câmara Municipal de Montalegre, enquadrou o evento nestes moldes: «esta atividade inseriu-se no âmbito de um programa intitulado "Florestar Portugal" que congrega uma série de ações de voluntariado. No nosso caso, era para fazermos esta atividade no passado dia 24 mas tivemos uma certa dificuldade em arranjar algumas árvores. Plantamos cerca de 100, entre áceres, cerejeiras e freixos». O técnico ficou agradado com o resultado embora tenha lamentado o fraco envolvimento da comunidade: «a nível de sensibilização da população foram colocados alguns cartazes e foi divulgado no site do município. Esta atividade era aberta a toda a gente. Estiveram alguns voluntários mas gostaríamos que estivessem mais. O tempo também não ajudou. O frio e a chuva não convidaram as pessoas a vir aqui participar. Oxalá, numa próxima vez, tenha mais gente». Refira-se que as árvores plantadas foram cedidas pelo Centro Nacional de Sementes Florestais (CENASEF), sediado em Amarante.
PARCERIAS
Os benefícios que as florestas proporcionam não permanecem apenas no local onde as árvores se encontram. Ao afetarem de forma positiva os sistemas naturais globais, disponibilizam benefícios para toda a humanidade. Nesse sentido, foi construída uma "Floresta Comum", para todos e por várias gerações. A AFN – Autoridade Florestal Nacional, o ICNB – Instituto de Conservação da Natureza, a ANMP – Associação Nacional de Municípios Portugueses e a Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza estabeleceram uma parceria com vista à criação de um programa de incentivo à reflorestação com floresta autóctone portuguesa, o FLORESTA COMUM.
ÁRVORES AUTÓCTONES
Freixo
Azereiro
Azinheira
Medronheiro
Carvalho-negral
Carvalho-português
Castanheiro, Cerejeira
Carvalho-alvarinho, Amieiro
Sobreiro, Borrazeira-preta
Sabugueiro
Vidoeiro
Ulmeiro
Azereiro
Azinheira
Medronheiro
Carvalho-negral
Carvalho-português
Castanheiro, Cerejeira
Carvalho-alvarinho, Amieiro
Sobreiro, Borrazeira-preta
Sabugueiro
Vidoeiro
Ulmeiro
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44