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Reunião de balanço da Feira do Fumeiro 2012
23 Março 2012
Teve lugar, no salão nobre da Câmara Municipal de Montalegre, uma reunião de balanço da última edição da Feira do Fumeiro. Recorde-se que é prática comum juntar a organização e produtores após o certame, uma vez que é «uma boa oportunidade para fazer a dissecação daquilo que aconteceu», refere Orlando Alves, vice presidente do município. Foi também momento «para felicitar os presentes pelo bom trabalho desenvolvido» e «deixar alguns conselhos para o futuro».
Todos os anos, algum tempo depois da realização da Feira do Fumeiro de Montalegre, produtores e organização do “São João das Chouriças” reúnem para debater e analisar o que aconteceu de melhor e pior. O espaço serviu para ouvir elementos das duas partes a expor, no salão nobre do município de Montalegre, pareceres sobre a XXI Feira do Fumeiro e Presunto de Barroso.
PONTAPÉ DE SAÍDA
Orlando Alves, vice presidente da Câmara Municipal de Montalegre, afirma que esta reunião «é o pontapé de saída para a Feira de 2013» sendo «uma excelente oportunidade para fazer a dissecação daquilo que aconteceu na feira deste ano». No seu discurso, felicitou os produtores «pelo êxito» e sensibilizou-os para «a obrigatoriedade que têm de continuar a ser perfeccionistas», uma vez que «o segredo do êxito da nossa feira está no aprumo e perfeição que o fumeiro se elabora pelas mãos dos nossos produtores».
FISCALIZAÇÃO DA GNR
De modo complementar, Orlando Alves teve oportunidade para «deixar um recado», com o propósito de «preparar as pessoas». É comum que durante os dias da Feira do Fumeiro «muita gente ande por aí a vender batata». Fica o aviso que «essa situação passará, futuramente, a ser objeto rigoroso de controlo», porque «não podemos permitir o comércio de um produto que não é nosso seja feito sob a designação de produto de Montalegre». Ato contínuo, acrescenta que «em alguns casos até deixam ir os rótulos de Espanha» e «isso não pode acontecer». Não podemos «permitir que se multiplique essa tendência». No caso «da batata ser daqui», as pessoas «têm que nos fazer chegar, à organização, um sinal que seja credível» e que «permita dizer que a pessoa está autorizada a vender porque é produtor e sabemos que comercializa produtos da região».
«OBRIGADO»
Antes de acontecer a reunião, «primeiro teve lugar uma assembleia geral para apresentação e votação das contas de 2011» e «as primeiras previsões para o ano 2012», afirma Boaventura Moura, presidente da Associação dos Produtores de Fumeiro da Terra Fria Barrosã. Satisfeito, partilha que «tudo foi aprovado por unanimidade». O encontro com a organização serviu, também, para «a preparação da Feira do Fumeiro de 2013», pois «nós preparamos com um ano de antecedência, não oito dias antes». Por norma, «pouco há a alterar de uns anos para os outros», dada a «dimensão e valor da nossa feira».
ASAE
Domingos Moura, veterinário municipal, partilhou com os presentes que «nesta feira que passou a ASAE esteve cá». Nessa linha, afirma que «mostrei-lhe os dossiês» e «convidei-os a virem visitar uma série de stands na próxima edição». Em tom de alerta, deixa o aviso: «pelo menos 20 a 30 por cento dos produtores vão ser visitados e eu vou «acompanhá-los». Não menos importante, lembra que «no mês de Outubro é preciso assinar uns papeis em como me responsabilizo, perante a direção geral de veterinária, pelas vossas cozinhas». Caso «elas não estejam lindas e maravilhosas como deviam ser», assevera que «não me responsabilizo e automaticamente não vêm para a feira».
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44