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Simulacro em Vila da Ponte
13 Março 2013
Vila da Ponte, aldeia do concelho de Montalegre, foi a localidade escolhida para a realização de uma simulação de um acidente de viação, pelos bombeiros voluntários do concelho. O cenário foi pensado ao pormenor e, depois de encenado o embate da viatura, foi acionado o "socorro" para o local. A este responderam as corporações de Salto e Montalegre. Já no local, a trabalhar em equipa, desempenharam as nobres funções de "soldados da paz", como se de realidade se tratasse.
Os bombeiros voluntários de Montalegre e de Salto estiveram envolvidos num exercício que simulou um acidente de viação. Vila da Ponte foi a freguesia do concelho escolhida para realizar a atividade, que uniu os corpos de bombeiros do concelho. Ao todo, estiveram envolvidas cerca de 25 pessoas. Este número chegou em auxílio de três vítimas, que se encontravam numa ravina, duas dentro de uma viatura de nove lugares e outra projetada para um local de difícil acesso.
OBJETIVOS CONSEGUIDOS
A ideia de fazer «um exercício em conjunto surge porque as duas associações, Montalegre e Salto, têm duas equipas permanentes e é importante existir coordenação conjunta e interação de meios», explicou David Teixeira, comandante dos bombeiros voluntários de Montalegre. A «complementaridade dos meios que cada associação possui é que traz a mais valia no socorro e na qualidade do mesmo». Foi um exercício que, «pelas condições, pela dificuldade de acessos, criou alguma dificuldade às equipas de socorro». No entanto, o número um do comando montalegrense considerou que «foi muito bem sucedido». «As equipas, quer de resgate em grande ângulo, quer de desencarceramento e socorro, interagiram facilmente e a comunicação fluiu». Por tudo isto, faz fé que «os objetivos a que nos propusemos foram conseguidos».
APOSTA E PREOCUPAÇÃO
Hernâni Carvalho, em nome dos bombeiros voluntários de Salto, recordou que foi levado a cabo «um exercício que juntou as duas corporações do concelho» e que «este tipo de atividades são uma aposta e uma preocupação das duas equipas de comando». Nesse sentido, reforçou que «é importante estarmos preparados para trabalhar em conjunto, devidamente articulados, a falar a mesma linguagem e a dar resposta a qualquer evento de proteção civil que haja no município».
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44