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XXIII Feira do Fumeiro esgota hotelaria
27 Janeiro 2014
A "rainha do fumeiro" voltou a encher os bolsos dos hoteleiros do concelho de Montalegre. As milhares de pessoas entupiram os restaurantes e as dormidas não só do município como dos concelhos vizinhos. Uma "galinha dos ovos de ouro" que continua a carburar ao longo dos anos.
O setor hoteleiro voltou a ganhar com mais uma edição da Feira do Fumeiro de Montalegre. Não houve restaurante que não rebentasse pelas costuras. O mesmo se passou com as dormidas. Comer e pernoitar no concelho só por reserva, tamanha a afluência de gente que voltou a colorir a vila de Montalegre para acompanhar a "rainha do fumeiro". Anexas ao pavilhão multiusos, estiveram as tradicionais "tasquinhas", exploradas, tal como em anos anteriores, por associações locais.
Tasquinha "Bombeiros Voluntários de Montalegre"
(António Eduardo dos Santos)
«O balanço é muito positivo. Penso que a feira esteve muito semelhante às edições anteriores. Nós estivemos sempre cheios, tal como nos anos anteriores. Penso que nunca houve tanta gente ao sábado como este ano e domingo também trabalhamos bastante bem».
Tasquinha "Bombeiros Voluntários de Salto"
(Hernâni Carvalho)
«Foi uma oportunidade para a nossa associação conseguir alguns fundos. Mas, mais do que isso, é sentir que fazemos parte da grande festa do concelho de Montalegre, uma festa feita por toda a gente. Para nós é importante estarmos envolvidos nesta dinâmica. Nota-se, ligeiramente, a crise. No entanto, quando os produtos são de qualidade as pessoas acabam por conseguir investir. O balanço é, como sempre, bastante positivo. Conseguimos arrecadar uma verba muito importante para a nossa associação».
Tasquinha "Agrupamento Escuteiros 1115 de Montalegre"
(Olegário Maldonado)
«É um balanço muito positivo, como sempre. Quase todos os anos isso acontece, com bastante afluência, funcionamos em pleno. Penso que não cometemos grandes falhas, tanto na simpatia, como na qualidade da mercadoria que apresentamos. Não notamos diferença de ano para ano porque acabamos sempre por ter casa cheia, haja muita ou pouca gente. Funcionamos sempre a partir das 10 horas da manhã até muito tarde».
Tasquinha "Centro Desportivo e Cultural de Montalegre"
(Paulo Viage)
«Correu como vem correndo nos últimos anos - à exceção do ano passado que não estivemos aqui - dentro da normalidade. Como toda a gente se deve ter apercebido, acho que a crise se fez sentir um pouco mas, no geral, correu muito bem. Tivemos sempre as salas compostas e os petiscos foram procurados a todas as horas do dia».
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44