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ASAS em Cambezes do Rio
30 Novembro 2012
Decorreu, na freguesia de Cambezes do Rio, concelho de Montalegre, uma sessão descentralizada no âmbito do projeto ASAS (Aldeias Sustentáveis e Ativas). Uma iniciativa, a cargo de várias entidades, que teve a colaboração do Ecomuseu de Barroso e da Biblioteca Municipal de Montalegre. Fátima Fernandes, vereadora da autarquia barrosã, salientou «o trabalho notável desenvolvido na localidade».
«A reanimação do Mundo Rural implica (embora não
só) a revitalização das suas aldeias, isto é, a
progressiva transformação destas em processos
sustentados de produção de práticas sociais, culturais,
económicas e políticas, novas e alternativas ao
presente».
só) a revitalização das suas aldeias, isto é, a
progressiva transformação destas em processos
sustentados de produção de práticas sociais, culturais,
económicas e políticas, novas e alternativas ao
presente».
A antiga escola primária de Cambezes do Rio, concelho de Montalegre, recebeu uma sessão subordinada ao tema: "Dinamização comunitária através do artesanato e da valorização dos produtos regionais". Uma iniciativa enquadrada no projeto ASAS (Aldeias Sustentáveis e Ativas), levado a cabo pela Animar (Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Rural), pela Associação para o Desenvolvimento do concelho de Moura e pelo Instituto das Comunidades Educativas. Deste grupo colaboraram, nesta sessão, entre outros, o Ecomuseu de Barroso, a ADRAT (Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega) e a Biblioteca Municipal de Montalegre. Tratou-se de uma sessão que visou «observar práticas e recolher testemunhos e contributos para a elaboração do Programa Mínimo de Revitalização de Aldeia» bem como «difundir o projeto e mobilizar as comunidades e organizações para os seus objetivos».
«TRABALHO FANTÁSTICO»
Fátima Fernandes, vereadora da educação da Câmara Municipal de Montalegre, agradeceu a presença «dos representantes da ANIMAR» e reforçou a ideia de que «é um gosto recebê-los no nosso concelho com este projeto». Nessa linha, partilhou que tem «a certeza absoluta que vai dar frutos». Em retrospetiva, recordou que o Itinerâncias Sociais e Culturais com Seniores Barrosões «teve início há cerca de dois anos», numa parceria entre «a divisão sociocultural, a Biblioteca Municipal e o Ecomuseu». Nesse âmbito, foram contactadas as várias associações «para aderirem e, felizmente, a adesão foi positiva». Aproveitou a ocasião para congratular o «grupo de Cambezes», pois foi «daqueles que abraçaram o projeto de imediato». Hoje em dia «podemos ver desenvolvido um trabalho fantástico», ultrapassando «os objetivos». O Itinerâncias Sociais e Culturais com Seniores Barrosões tem como objetivos principais «combater a solidão, fazer com que as pessoas se juntem e transmitir, aos mais novos, os conhecimentos que só os mais velhos possuem». Estes objetivos foram «cumpridos», assistimos, «neste grupo, a um conjunto diverso de faixas etárias», em que uma equipa de mais idade «conseguiu atrair gente mais nova» e isso «é notável».
«PROPOSTA DE INTERVENÇÃO
PARA O FUTURO»
PARA O FUTURO»
A par da sessão que decorreu no concelho de Montalegre, «outras se têm repetido ao longo do país», referiu Tiago Gilot, em nome da ANIMAR. A ideia principal foi «conversar com as pessoas sobre o trabalho realizado e as experiências trocadas». O «projeto ASAS é muito simples» e «essencialmente visa juntar as pessoas nas aldeias, fazê-las comunicar entre si, fazer com que elas mostrem os projetos e atividades que fazem». Em conjunto, «é pretendido que o que é feito seja mais conhecido e divulgado no futuro». A missão é que no final do projeto «seja construído um texto em conjunto, com as várias entidades e experiências envolvidas» e que «fique uma reflexão e proposta de intervenção para o futuro útil».
Apesar da iniciativa ter decorrido em Cambezes, outras freguesias se fizeram representar, como é o caso de Gralhas, Gralhós e Padroso.
Apesar da iniciativa ter decorrido em Cambezes, outras freguesias se fizeram representar, como é o caso de Gralhas, Gralhós e Padroso.
Conteúdo atualizado em9 de janeiro de 2018às 15:44